quinta-feira, 17 de agosto de 2017

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Condenado a 22 anos, “Beira-Mar de Curitiba” volta a ser preso após deixar penitenciária com escolta

Condenado a 22 anos, “Beira-Mar de Curitiba” volta a ser preso após deixar penitenciária com escolta
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Considerado o “Fernandinho Beira-Mar do Paraná”, o megatraficante Éder Sousa Conde voltou a ser preso na madrugada de quinta-feira (16), em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Ele deixava a Colônia Penal Agrícola para cumprir regime semi-aberto e estava sendo escoltado por um ex-subtenente exonerado da Polícia Militar e um atual soldado da reserva da corporação, que também acabaram detidos em flagrante pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Conde foi preso quatro anos após ter sindo condenado a 22 anos de cadeia.

De acordo com o coordenador do Gaeco, Leonir Batisti, Conde foi detido com várias armas no Contorno Leste. “Uma denúncia anônima passou a situação de que deixava a colônia com vários armamentos. Apreendemos uma pistola nove milímetros, uma metralhadora, uma pistola 380 e muita munição”, disse.

Segundo Leonir, o trabalho foi feito em parceria com a Secretaria de Segurança Pública do Paraná e ainda não está esclarecido qual seria a intenção de Conde. “Não sabemos se ele estava com intenção de cometer algum crime ou se era uma proteção devido a condição dele e possíveis inimigos”,  explicou.

Em 2012, Conde havia sido condenado a 22 anos e três meses de prisão.

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Na época da condenação, ele havia sido preso na Operação Ressaca da Polícia Federal, que apurou que o grupo comandado por Conde distribuía 100 quilos de cocaína a cada três meses. A droga era comercializada na Grande Curitiba e rendia R$ 6 milhões por ano à quadrilha. Conde morava em uma residência de alto padrão no Alphaville, em Pinhais, e possuía veículos de marcas famosas, como Porsche e Ferrari. Ao todo, os imóveis e automóveis somavam mais de R$ 4,3 milhões.

Apesar da condenação, ele é conhecido da polícia desde o começo dos anos 2000, quando foi preso por um homicídio e liberado por falta de provas. Em 2005, foi preso na Operação Tentáculo, resultado da investigação do assassinato do major Pedro Plocharski, comandante interino do 13.º Batalhão da Polícia Militar.

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Fonte do post: Felipe Ribeiro e Danaê Bubalo

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