quarta-feira, 23 de outubro de 2019

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Defesa diz que casal dono de empresa está muito abalado e que explosão foi uma fatalidade

Defesa diz que casal dono de empresa está muito abalado e que explosão foi uma fatalidade
Crédito da foto Para Reprodução
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O casal dono da empresa de impermeabilização envolvida na explosão em um apartamento do bairro Água Verde, em Curitiba, prestou depoimento à Delegacia de Explosivos, Armas e Munições (Deam) nesta terça-feira (2). Por cerca de duas horas, os dois proprietários falaram sobre o funcionamento da empresa e a compra do material inflamável.

Para o advogado Roberto Brzezinski, a explosão é uma fatalidade. “O casal está extremamente abalado e chocado com toda a situação. Os dois não vieram antes até a delegacia, porque procuraram o escritório para fazer a assessoria. Eles estão à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários. O que aconteceu no apartamento foi um acidente, uma fatalidade”, afirmou.

Na entrevista coletiva, Brzezinski ainda colocou em dúvida o depoimento do supervisor Everton Gesse Skau. “Eu não sei se ele contou há quanto tempo estava no local, não sei se poderia dar todos os detalhes que deu”, concluiu o advogado.

Em seu depoimento, que foi prestado antes do casal, Skau contou que estava trabalhando no local há apenas 11 dias e que não teve qualquer orientação sobre o serviço. Ele garantiu ainda que o funcionário Caio Santos, que está internado no Hospital Evangélico, não tinha o conhecimento técnico para o serviço.

Explosão

A explosão aconteceu na manhã do último sábado (29), na Rua Dom Pedro I. O menino Mateus Lamb, de 11 anos, foi arremessado para fora do apartamento, no sexto andar, e foi parar no térreo. Ele chegou a ser socorrido com vida, mas não resistiu aos graves ferimentos. Mateus era irmão de Raquel Lamb, de 23, que estava no apartamento com o marido, Gabriel Araújo, 29, e o técnico que faria a impermeabilização, Caio Santos, de 30. Raquel e Caio sofreram queimaduras de 3º grau durante a explosão e estão sedados e em estado grave. Gabriel segue com boa recuperação, mesmo assim não tem previsão para alta.

Investigação

Para o delegado do Deam, Adriano Chohfi, falhas no cumprimento dos protocolos de segurança foram observados e, a princípio, houve crime por parte da empresa. “Eles afirmaram que os procedimentos de segurança sempre são adotados, mas nesse caso não foram, constatando-se que as vítimas estavam na residência no momento da passagem do produto, uma inclusive dormindo”, disse o delegado Adriano Chohfi.

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Fonte do post: Felipe Ribeiro e Antônio Nascimento

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