terça-feira, 2 de junho de 2020

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Empresária arma o próprio sequestro com a ajuda da filha e da irmã para conseguir R$ 30 mil

Empresária arma o próprio sequestro com a ajuda da filha e da irmã para conseguir R$ 30 mil
Crédito da foto Para Imagem Ilsutrativa google imagens
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Uma empresária foi presa em Juranda, centro-oeste do Paraná, após forjar o próprio sequestro com a ajuda da filha, da irmã e de um amigo morador de Campo Mourão, norte do estado. Segundo a Polícia Civil, os supostos sequestrados iniciaram o contato pedindo R$ 10 mil, R$ 20 mil e por fim, R$ 30 mil para libertar a vítima, mas tudo não passava de uma farsa descoberta com a entrada no caso do Grupo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial – T.I.G.R.E, especializado em extorsão mediante sequestro.

De acordo com o delegado Luiz Claudio da Silva Alves, da delegacia de Ubiratã, que cuida do caso, um homem procurou a delegacia no final da manhã de sexta-feira (4), dizendo que estava sendo vítima de extorsão para pagar o resgate de uma amiga que teria sido sequestrada. A empresária Ivone Damasceno teria sido levada em seu veículo, horas antes, por homens armados.

“Começamos a investigação e, ao não encontrarmos a empresária em nenhum de seus endereços, passamos a trabalhar com a hipótese de sequestro e acionamos o Grupo Tigre. Com a entrada do grupo especializado, localizamos o suposto cativeiro em Campo Mourão no sábado à noite. Lá, se comprovou que a empresária tinha forjado o próprio sequestro, junto com a filha, a irmã e um amigo. Eles queriam dinheiro deste amigo da família, explicou o delegado em entrevista à imprensa.

A filha foi identificada como Joselaine Damasceno, a irmã Janete Lopes, e um amigo identificado apenas como Jurandir. “A empresária, a filha e a irmã foram presas em flagrante. O Jurandir foi preso na sequência, em um restaurante. Os quatro serão autuados por extorsão, associação criminosa e falsa comunicação de crime, completou o delegado. “A informação é que a empresária estaria com muitas dívidas e armou o próprio sequestro para tentar pagar o que devia”.

Todos permanecem detidos a disposição da Justiça na Delegacia de Ubiratã.

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Fonte do post: Por Denise Mello e Antonio Nascimento*

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