sexta-feira, 18 de outubro de 2019

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Grupos se reúnem em praça de pedágio para pedir mais segurança após morte de agente de escolta

Grupos se reúnem em praça de pedágio para pedir mais segurança após morte de agente de escolta
Crédito da foto Para (Fotos: Colaboração)
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Os cada vez mais frequentes assaltos a ônibus de turismo fretados entre o Rio Grande do Sul e São Paulo motivaram empresas, motoristas e os próprios passageiros a realizarem um protesto pela segurança nas estradas. Neste domingo (1), por volta das 21h30, dezenas de veículos em viagem se reuniram na praça de pedágio de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, para pedir mais segurança.

A ideia foi chamar a atenção das autoridades para a violência nas rodovias, especialmente após a morte de um segurança que fazia escolta a dois ônibus, próximo à capital paranaense, na última quinta-feira. Com armamento pesado, carros blindados e muita violência, os criminosos têm atingido êxito na maioria dos assaltos, que custam vidas, traumatizam profissionais e clientes e trazem prejuízos incalculáveis, principalmente àqueles cujo objetivo é fazer compras em São Paulo.

O motorista Aurélio Silva, que trabalha há 30 anos nas estradas, relatou que já passou por momentos complicados. “Já sofri assalto e tudo mais. Não é fácil. Só queremos que as autoridades tenham compaixão de nós e façam alguma coisa”, pediu.

O agente de escolta, Eder Souza, era amigo pessoal de Paulo Coelho, de 30 anos, que foi morto por assaltantes na última quarta-feira (28) em Campina Grande do Sul. “Ele era muito querido e deixou um filho de nove anos e a esposa grávida de gêmeos. Hoje, sem ele aqui, fazemos um apelo de clemência, por mais segurança”, disse.

O crime

Mais de 60 passageiros foram assaltados durante a ação dos assaltantes. Todos os turistas iriam fazer compras na capital paulista. Os dois vigilantes, que realizam a escolta do grupo, trocaram tiros com os criminosos. Paulo morreu enquanto era levado ao Hospital Angelina Caron. O outro sobreviveu.

Segundo o Vandrick, em menos de dois anos, cerca de cinco confrontos foram registrados com os profissionais da empresa de segurança. A vítima, que sobreviveu aos tiros, por pouco também não foi morta pelos bandidos.

“O parceiro tentou proteger o Paulo jogando-o para o outro lado da mureta. E quando ele pulou, percebeu que havia um veículo aguardando os bandidos. Eles atiraram a menos de dez metros deles durante a fuga, mas erraram os disparos, senão o outro vigilante também teria morrido”, relatou.

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Fonte do post: Banda B

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