quinta-feira, 17 de junho de 2021

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Homem que matou mulher e escondeu corpo em casa por quatro dias é condenado a 15 anos de prisão

Homem que matou mulher e escondeu corpo em casa por quatro dias é condenado a 15 anos de prisão
Crédito da foto Para O corpo de Ninfa Elizabeth Gonçalez, de 27 anos, foi encontrado no dia 14 de novembro de 2017, em Foz do Iguaçu — Foto: Reprodução/RPC
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José Anacleto González, que confessou ter matado a esposa estrangulada em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, foi condenado a 15 anos e dois meses de prisão por júri popular, nesta quinta-feira (7).

Após seis horas de julgamento, ele foi condenado a cumprir a pena em regime fechado, pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, por feminicídio e meio cruel, fraude processual, falsidade ideologica e ocultação de cadáver.

 González estrangulou e escondeu o corpo da esposa, Ninfa Elizabeth Gonçalez, de 27 anos por quatro dias, em novembro. Ele registrou boletins de ocorrência na delegacia, relatando que Ninfa havia fugido após uma discussão e que estava desaparecida.

Em depoimento, ele confessou que matou a mulher, durante uma briga entre o casal por causa de um suposto relacionamento extraconjugal dela.

Segundo as investigações, ele manteve o corpo dentro de casa por quatro dias e, depois, o dispensou em uma olaria desativada.

Julgamento

O julgamento começou por volta das 13h, e durou seis horas. Elias Gonzáles falou por mais de uma hora, e afirmou que cometeu o crime porque, segundo ele, a esposa confessou durante uma discussão que havia se relacionado com outro homem.

Ele afirmou que segurou o pescoço dela até ficar desacordada, que não queria matá-la, e afirmou ter se arrependido.

Familiares de Ninfa acompanharam o julgamento e, após a decisão, disseram que esperavam uma pena maior para o acusado.

O advogado de González, Richard Pasin, ressaltou que ele cometeu o crime movido por forte emoção.

“O Código Penal prevê, em seu artigo 121, parágrafo primeiro, que o crime cometido sob violenta emoção tem redução de pena, porque a pessoa quando está sujeita a graves emoções, a capacidade de raciocínio diminui”, disse Pasin.

Relembre o caso

O corpo de Ninfa Elizabeth Gonçalez, de 27 anos, foi encontrado no dia 14 de novembro de 2017, em uma olaria desativada, na Avenida Maria Bubiak.

Ela era considerada desaparecida desde o dia em que o marido procurou a polícia relatando que ela havia fugido para o Paraguai depois de uma briga entre eles.

O marido registrou dois boletins de ocorrência relatando o desaparecimento de Ninfa. Com o andamento das investigações do caso, Elias foi apontado como o principal suspeito, segundo a polícia. Ele confessou o crime depois.

O casal tinha duas filhas e estavam juntos há oito anos. As filhas do casal estão sob cuidados da avó paterna, que mora no Rio Gande do Sul.

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Fonte do post: G1 PR

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