segunda-feira, 30 de Março de 2020

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Imagens mostram o momento em que copeira é atingida por disparo de investigadora irritada com barulho de festa

Imagens mostram o momento em que copeira é atingida por disparo de investigadora irritada com barulho de festa
Crédito da foto Para Reprodução youtube
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Imagens das câmeras de segurança que mostram o momento em que a copeira Rosária Miranda da Silva, 50 anos, é atingida na cabeça por uma bala disparada da arma de uma investigadora de polícia na noite de sexta-feira (23), durante uma confraternização em um prédio no bairro Centro Cívico, em Curitiba. Rosária, já com sacolas em mãos, começa a se despedir das amigas quando é atingida e cai. As pessoas na festa a socorrem e se desesperam ao entender a gravidade da situação. (Veja as imagens abaixo). A copeira teve perda de massa encefálica e permanece internada no Hospital Cajuru.

 

Descrição: O vídeo tem três minutos e o disparo acontece no final dele.

 

Na delegacia, a investigadora da Polícia Civil se apresentou com a presença de um advogado e assumiu que efetuou o disparo. Ela teria se irritado com o barulho de uma festa de confraternização de uma empresa que ocorria ao lado de casa. O disparo foi feito da janela do apartamento dela, no bairro Centro Cívico. A policial, que não teve o nome revelado pelos investigadores, é lotada no Nucria e vai responder por tentativa de homicídio com dolo eventual, quando o autor não tem intenção de matar, mas assume o risco. A arma utilizada no crime foi apreendida e deve passar por uma perícia. A corregedoria da Polícia Civil foi comunicada e deve abrir uma investigação interna para apurar a conduta da policial.

O crime

O crime aconteceu na madrugada de sexta-feira (23), por volta da 1 hora. A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionada quando a vítima foi internada no hospital, encaminhada por socorristas do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate).

De acordo com o delegado-chefe Fabio Amaro, um perito da Polícia Científica fez a trajetória do projétil, já na mesma noite do disparo, e detectou – também por relatos de testemunhas – que ele partiu de uma casa vizinha, onde mora a investigadora. “Ela não estava em casa, uma vez que, se nós soubéssemos da participação dela, teríamos que autuá-la em flagrante, fomos até o local de trabalho, onde também não estava”, contou.

“Ela compareceu aqui, confessou que foi ela a autora dos disparos, disse que não tinha intenção de atingir a vítima, que o disparo aconteceu de uma janela da casa e teria ricocheteado e, então, atingido a cabeça da dona Rosária”, descreveu Amaro à Banda B.

Diante da apresentação espontânea, da colaboração da policial e das circunstâncias do crime, segundo a polícia, a investigadora assinou um interrogatório e foi liberada. “As providências administrativas estão sendo feitas nesse momento e a comunicação à Corregedoria da Polícia Civil já foi feita no dia que descobrimos que seria ela a autoria do crime também foi encaminhado um ofício para a delegacia a qual ela é subordinada para que ela exerça, por enquanto, trabalhos administrativos.

O processo da investigadora entrará como dolo eventual quando não tem intenção de matar a outra pessoa, mas assume o risco de produzir. “A gente acredita que essa investigadora tenha agido com esse tipo de dolo. Não se descarta a hipótese eventualmente pedido de prisão, caso seja necessário, mas isso será previamente levantando no decorrer das investigações. Ninguém está acima da lei, visto que, não raras vezes, indivíduos cometem crimes e dias depois entregam a arma de fogo, agem com dolo, com intenção, e então respondem em liberdade”, defendeu.

Nos autos oficiais, a declaração da investigadora foi que a incomodação foi gerada pelo excesso de barulho. “A alegação dela é que se sentiu incomodada com a balbúrdia , com a bagunça, que já passava de duas horas da manhã, que sua mãe estava acamada com o falecimento de seu genitor há pouco tempo e todas essas circunstâncias constam no seu interrogatório”, finalizou Fabio Amaro.

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Fonte do post: Denise Mello e Elizangela Jubanski

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