sexta-feira, 22 de novembro de 2019

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Justiça decreta prisão preventiva de jacarezinhense que assassinou namorada

Justiça decreta prisão preventiva de jacarezinhense que assassinou namorada
Crédito da foto Para Paulo de Souza foi levado para o presídio de Canhanduba, em Itajaí (SC)
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O advogado Paulo Carvalho de Souza, de 42 anos, que confessou ter matado a facadas a namorada, a também advogada Lucimara Stasiak, de 29 anos, dentro de um apartamento no Centro de Balneário Camboriú, no Litoral Norte catarinense, foi preso preventivamente nesta quinta-feira (4) pelo crime de feminicídio. A prisão foi decretada durante a madrugada.

Na noite de quarta-feira (3), ele foi preso em flagrante por ocultação de cadáver ao se entregar à Polícia Militar depois de mais de 24 horas de negociação. A pena máxima prevista para esse crime é de três anos e o delegado Ícaro Freitas Malveira arbitrou fiança de R$ 50 mil.

A defesa do suspeito, porém, orientou a família a não pagar o valor porque considerou que a prisão preventiva seria decretada e porque considera mais seguro que ele fique sob custódia. Souza foi levado para o presídio de Canhanduba, em Itajaí.

“Qualquer pessoa que passa por uma situação desta, com um cenário desse processo de extrema complexidade, há sempre a possibilidade de um linchamento, de uma agressividade por parte de pessoas que não estão ainda familiarizadas com esse tipo de caso”, disse o advogado de defesa Christiano Cruspiere.

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Advogada Lucimara Stasiak, de 29 anos, foi morta com 14 facadas – Reprodução/NSC TV

Prisão em flagrante

A polícia foi chamada por vizinhos, que disseram ter ouvido uma confusão no imóvel, e iniciou o cerco no apartamento para prender o suspeito na noite de terça-feira (2). Ele estava trancado na sacada do 7º andar do prédio e afirmava ter uma arma.

Durante a negociação, o suspeito confessou que matou a namorada a facadas. Ele se entregou à Polícia Militar por volta das 18h30 de quinta, após pouco mais de 24 horas de negociação.

Investigação

O delegado disse não acreditar que o suspeito tenha problemas psiquiátricos e que está criando a situação para obter vantagens durante o processo.

“Foi encontrada uma receita de um medicamento relacionado a depressão, mas depressão é um mal que aflige grande parte da população e nem por isso as pessoas saem matando as outras. Ele relatava que conhecia técnicas policiais, invasão via rapel, que não queria ver cordas perto do parapeito do prédio, que não queria que os policias se aproximassem. Ele tem conhecimento, não é uma pessoa leiga”, disse

Para o delegado, há a possibilidade de que o advogado estivesse tentando sumir com o corpo.

“Estava em estado avançado de decomposição, possivelmente há seis dias. E durante esse tempo ele não noticiou a nenhuma autoridade competente. Então tudo indica que ele estava tentando elaborar uma forma de se livrar deste corpo. Vamos ter que apurar”, declarou.

Segundo o delegado, o advogado teria enviado mensagens e uma carta para um amigo no Paraná. Um inquérito será instaurado na Delegacia da Mulher em Balneário Camboriú. Ainda deverão ser colhidos imagens e laudos periciais e serem ouvidas várias testemunhas.

Laudo

O corpo de Lucimara foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) logo após a prisão do suspeito. O exame cadavérico confirmou que a advogada foi morta com 14 facadas e apresentava marcas no braço na tentativa de se defender.

Segundo o delegado, o ar-condicionado foi mantido na potência máxima e no local havia muitos produtos de limpeza sobre o corpo, além de sacos de gelo.

Histórico

Familiares da advogada acompanham o caso e informaram inicialmente aos policiais que o casal não tinha histórico de brigas.

A PM informou que os dois moravam há cerca de seis meses no apartamento e que a família da vítima estranhou a falta de contato por parte dela desde quinta (28).

Não havia nenhum boletim de ocorrência contra o advogado em Santa Catarina, segundo a corporação.

Conforme a família, Lucimara sonhava em ser juíza. Ela tinha ido de Curitiba (PR) para Florianópolis há cinco anos e trabalhava num escritório de advocacia.

OAB-SC

Por nota, a Ordem dos Advogados do Brasil seccional Santa Catarina (OAB-SC), manifestou “profundo pesar e repúdio” ao assassinato da advogada “em mais um caso de feminicídio” e afirmou que acompanha o caso.

 

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Fonte do post: Tanosite com com G1 SC

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