segunda-feira, 1 de junho de 2020

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Justiça nega pedido de liberdade para Cristiana Brittes, diz advogado

Justiça nega pedido de liberdade para Cristiana Brittes, diz advogado
Crédito da foto Para Foto: Reprodução Instagram
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O juíz da 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais negou o pedido de liberdade da defesa de Cristiana Brittes, presa temporariamente desde o dia 31 de outubro, acusada de envolvimento na morte do jogador de futebol Daniel Corrêia Freitas.

Cristiana é casada com o empresário Edison Brittes, de 38 anos, que confessou ter matado o jogador durante a festa de aniversário da filha do casal, Allana Brittes, no último dia 27, em São José dos Pinhais. Juninho Riqueza, como é conhecido, alega que Daniel tentou estuprar sua esposa, versão já descartada pelo delegado responsável pelo caso.

Claudio Dalledone Jr., advogado da família, já apresentou recurso embargando o despacho judicial. Ele acredita que a decisão da justiça não é definitiva. “Ainda não está totalmente decidido. O juíz deixou de apreciar uma parte importante do nosso pedido”, afirma em entrevista à Banda B nesta terça-feira. “Ele diz que, por ora, se abstêm em revogar [a prisão de Cristiana] por conta do andamento dessas investigações. Não concordo com ele, mas eu não espero outro resultado, por conta da repercussão do caso”, relata o advogado.

O caso

O jogador Daniel Correa Freitas, de 24 anos, foi encontrado morto na manhã de 27 de outubro, na zona rural de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Ex meia de Coritiba e São Paulo, ele atualmente atuava no São Bento, time da série B do Campeonato Brasileiro. De acordo com a polícia, ele estaria em uma festa e morreu após enviar fotos de Cristiana Brittes para amigos em um grupo de WhatsApp.

Presos

Além de Juninho Riqueza, outras seis pessoas estão presas pelo crime até o momento: a esposa dele, Cristiana Brittes; a filha do casal, Allana Brittes; e os três jovens que estariam no carro que levou Daniel até a Colônia Mergulhão: Eduardo Henrique Ribeiro da Silva, de 19 anos, David Willian Villero Silva, de 18, e Igor King, de 20. Todos irão responder por homicídio qualificado, incluindo Cristiana e Allana, que não participaram diretamente da morte, mas colaboraram na coação de testemunhas. Na última quinta-feira, Eduardo Purkote, de 18 anos, apontado por testemunhas como responsável por também ter agredido Daniel, foi preso em um condomínio de luxo.

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Fonte do post: Luiz Kozak e Antônio Nascimento

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