Thursday, 22 de October de 2020

Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90

Morre em Curitiba paciente de ambulância dirigida por coveiro

Morre em Curitiba paciente de ambulância dirigida por coveiro
Photo Credit To Corpo de Joaquim Graciano foi sepultado no início da tarde desta terça-feira (4) no Cemitério São João Batista (Foto: Antônio de Picolli)
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

A notícia da morte do aposentado Joaquim Tomaz Graciano, de 75 anos, no início da tarde da última segunda-feira (3), no Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba, revela mais uma vez a que ponto chegou a gestão da Secretaria Municipal de Saúde de Santo Antônio da Platina. Ele fazia tratamento de câncer e estava sendo transportado ao hospital curitibano, quando foi vítima de um acidente ocorrido no dia 15 de agosto, próximo a Ponta Grossa.

 Na ocasião, a informação da secretaria dava conta de que ninguém ficou ferido no acidente envolvendo a ambulância do município, que tinha como condutor o coveiro Luiz H.S, que atuava em desvio de função e já deveria ter retornado ao seu cargo de origem, conforme um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado entre o prefeito José da Silva Coelho Neto (PHS), o Professor Zezão, como é mais conhecido, e o Ministério Público Estadual (MPE).

No dia do acidente a Secretaria de Saúde informou que os dois pacientes que estavam na ambulância concluíram a viagem em um taxi alugado pela prefeitura tendo em vista não terem sofrido ferimentos no choque do veículo com um caminhão. Na verdade, o aposentado teve fratura em uma das pernas e, a seu pedido, foi levado ao Hospital Erasto Gaertner em uma ambulância da concessionária de pedágio que administra o trecho entre Ponta Grossa e Curitiba.

Segundo a família, Graciano temia ter seu quadro clínico agravado caso fosse levado a um hospital de traumas. “Ele preferiu ser atendido no mesmo hospital onde, há cinco anos, fazia tratamento de câncer de próstata. O médico dele concordou com a iniciativa pelo mesmo motivo”, conta a nora do aposentado, Cristiane Aparecida da Silva Graciano, em entrevista por celular.

Cristiane disse que a fratura na perna decorrente do acidente acentuou a gravidade do estado de saúde de Joaquim Graciano. Ele foi operado da lesão no mesmo hospital onde fazia o tratamento de câncer, mas, apesar do sucesso do procedimento, acabou falecendo às 13h10 de segunda-feira, provocando muita dor na família e comoção entre amigos e conhecidos.

Investigação

A liberação do corpo para o velório e sepultamento em Santo Antônio da Platina seria um procedimento simples não fosse a ocorrência das lesões provocadas pelo acidente. A direção do Hospital Erasto Gaertner, por precaução, determinou que o corpo fosse levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba, para ser periciado visando determinar se a fratura teve influência determinante na morte do aposentado. Dependendo da avaliação dos peritos, a Polícia Civil pode até determinar abertura de inquérito policial para avaliar eventual responsabilidade pelo acidente.

Segundo a reportagem apurou, o motorista/coveiro não teve culpa no acidente, pois a ambulância que dirigia trafegava normalmente em sua mão quando foi atingida transversalmente pelo caminhão que invadiu a pista.

Outro lado

Procurada pela reportagem, a Secretaria de Saúde do Município preferiu não se manifestar agora alegando não ter sido informada da morte do paciente. O órgão alega sequer ter conhecimento de que o aposentado sofreu fratura no acidente ocorrido há cerca de 20 dias.

A alegação, no entanto, causa estranheza porque qualquer acidente com vítimas gera procedimentos jurídicos que as partes envolvidas são informadas das consequências legais.

Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

Post source : tanosite

Related posts

Comentar: Morre em Curitiba paciente de ambulância dirigida por coveiro

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

WhatsApp 596