terça-feira, 25 de setembro de 2018

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O drama de uma região exportadora de doentes

O drama de uma região exportadora de doentes
Crédito da foto Para Acidente com a ambulância de Tomazina matou três pacientes no 19 de julho (Arquivo)
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No silêncio da madrugada de ontem (03), uma sexta-feira chuvosa, sete ocupantes de um ônibus da Secretaria de Saúde de Santo Antônio da Platina cochilavam em seus assentos, enquanto o motorista Joaquim, com sua calma peculiar, conduzia o veículo pela sinuosa, estreita e perigosa rodovia que liga esta cidade a Andirá, onde tomaria a BR-369, sentido Londrina.


Alguns quilômetros antes de Andirá o motorista percebeu uma vibração diferente no veículo e resolveu parar para checar se algum pneu não estava furado. Ele levou um susto, segundo relatos de alguns passageiros, a maioria, pacientes que se dirigia a Londrina para tratamento médico, ao perceber que os parafusos de uma das rodas dianteiras estavam se soltando e um, inclusive, já havia desaparecido.

Segundos depois, o mais melancólico foi notar que o ônibus da prefeitura usado para transportar doentes, não possuía estepe e nem ferramentas para apertar a roda que se soltava. Num local perigoso e sem acostamento, o motorista resolveu conduzir o ônibus lentamente até o primeiro posto de combustível. Só que a borracharia estava fechada e não restou alternativa senão esperar por horas até que alguém o atendesse.

Este é apenas mais um episódio que poderia ter se transformado numa tragédia de proporções incalculáveis, como ocorreu recentemente com uma ambulância de Tomazina, fato ocorrido em 19 de julho em que três pessoas da mesma família perderam a vida quando retornavam para casa depois de serem atendidas em Curitiba.

O episódio envolvendo o ônibus da Saúde de Santo Antônio da Platina não foi o único caso ocorrido na madrugada de ontem. Uma van da prefeitura de Guapirama, com nove pessoas a bordo se envolveu num acidente na PR-092, proximidades de Arapoti, quando, milagrosamente, os ocupantes saíram quase ilesos de um capotamento causado pela lâmina de  água das chuvas da pista.

                                         Vítimas tiveram ferimentos leves (Foto: Imprensa Norte Pioneiro)

Mas as histórias escabrosas não param por aí. Pacientes, sem perceber, correm mais riscos em veículos de prefeituras do que das doenças que os levam a buscar tratamentos em outras regiões. Este é caso de uma jovem que pede anonimato. Ela utilizou na noite da última quinta-feira um veículo da prefeitura platinense para retorno médico em hospital de Ribeirão Preto (SP). Só que antes o motorista teria que deixar outro paciente em Campinas, regiões opostas do estado vizinho.

O que ela não sabia é que o condutor do veículo havia, na madrugada anterior, viajado para Londrina onde levou outros pacientes. Ele retornou no início da noite de quinta e, sem descansar, empreendeu outra viagem, dirigindo por cerca de 30 horas, um risco iminente contra si, os pacientes e outros que eventualmente poderiam ser envolvidos em acidentes.

Sem estrutura
Não é possível vislumbrar em médio prazo uma solução para este problema, a menos que as lideranças da região cobrem dos governos estadual e federal investimentos que possibilitem a implantação de uma estrutura que reduza a necessidade de levar doentes para tratamentos em outros centros urbanos.

Uma esperança seria a instalação do curso de Medicina da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) na região da Amunorpi, mas as lideranças do Norte Pioneiro cochilaram e a governadora Cida Borguetti anunciou recentemente que o investimento vai beneficiar a região de Cornélio Procópio. Este curso possibilitaria a criação de um hospital universitário onde hoje funciona o Hospital Regional.

Sabe-se que uma unidade deste tipo, forçado pelas especialidades oferecidas pela universidade, teria condições de oferecer a estrutura que tanto é almejada, mas talvez este seja um sonho para outras gerações, enquanto a região não acordar e eleger representantes que tenham efetivo vínculo com o Norte Pioneiro.

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Fonte do post: Tribuna do Vale

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1 Comentário

  1. antonio gonçalves

    este é o objetivo principal do governo federal estadual e municipais eliminar todos os doentes pois doentes não rendem impostos e ainda segundo o cerebro deles da ´prejuizo vai continuar assim e vai piorar mais apontem pra mim onde tem um prefeito no norte pioneiro que da prioridade par saúde

    Responder

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