quarta-feira, 22 de novembro de 2017

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Oito anos após morte, delegado diz que caso Rachel Genofre é ‘perfeitamente solucionável’

Oito anos após morte, delegado diz que caso Rachel Genofre é ‘perfeitamente solucionável’
Crédito da foto Para Foto: Reprodução
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Crime emblemático em Curitiba, a morte de Rachel Maria Lobo Oliveira Genofre completa oito anos nesta quinta-feira. Era 3 de novembro de 2008 quando a pequena de nove anos saiu da escola, por volta das 17h30, para ir para pegar um ônibus até em casa, mas desapareceu. Dois dias depois, o corpo dela foi encontrado esquartejado dentro de uma mala na Rodoferroviária de Curitiba. Em entrevista a imprensa, o delegado-chefe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Fábio Amaro, voltou a divulgar imagens do lençol encontrado com a vítima e fez um apelo por novas informações.

“Desde que foi instaurado o inquérito policial, ele não foi fechado. O prazo prescreve em vinte anos e estamos fazendo um chamamento para conseguir colocar as mãos neste psicopata autor deste crime”, disse Amaro.

Ao longo das investigações, três pessoas chegaram a ser presas como possíveis suspeitas do crime, mas como Rachel também foi vítima de abuso sexual, os materiais genéticos comparados inocentaram todos eles. Um sobrelençol encontrado com a vítima é um dos elementos utilizados pela DHPP para tentar encontrar o autor do crime. A polícia acredita que este elemento pertença a algum hotel do Centro de Curitiba e a divulgação das imagens tem o objetivo de que pessoas forneçam novas informações.

Amaro destacou ainda que a polícia não descarta nenhuma hipótese e que pode até mesmo ouvir novamente testemunhas já ouvidas anteriormente. “Apesar de emblemático, acredito que este caso seja perfeitamente solucionável. Acreditamos que algum funcionário de pensionato ou hotel possa ter dado falta deste sobrelençol, então precisamos de denúncias no 0800-6431121 para solucionarmos o caso”, concluiu.

O caso

No final da tarde do dia 03 de novembro de 2008, a menina Rachel Genofre deixava o Instituto de Educação, no Centro de Curitiba, após o término das aulas. O tchau dado pela garota aos colegas de classe é a última lembrança que se tem de Rachel ainda viva. O corpo da garota, morta por esganaduras no pescoço, só foi encontrado dois dias depois, na noite do dia 05, dentro de uma mala abandonada embaixo de uma escada, na Rodoferroviária de Curitiba.

Vários delegados já passaram pelo caso e três suspeitos já foram presos, mas até hoje o caso não foi solucionado.

Veja as imagens divulgadas pela DHPP:

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Fonte do post: Felipe Ribeiro e Flávia Barros

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