segunda-feira, 20 de Janeiro de 2020

Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90

Paraná: Família de criança que se afogou em piscina de associação cobra na Justiça ausência de socorro

Paraná: Família de criança que se afogou em piscina de associação cobra na Justiça ausência de socorro
Crédito da foto Para Piscina da associação onde afogamento aconteceu. Foto: Divulgação
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

A família da pequena Ana Flávia Aparecida Pereira de Oliveira, 8 anos, que morreu em decorrência de um afogamento em Quatro Barras, na região metropolitana de Curitiba, entrou com um ação judicial contra a Associação Beneficente dos Servidores do Sistema FIEP (Abessfi). Eles alegam que a menina não teve um atendimento imediato de primeiros socorros e que o local não dispunha de salva-vidas para a piscina da associação. A garota ficou internada por 14 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, mas não resistiu.

 

Ana Flávia tinha 8 anos. Foto: Reprodução/Facebook

A mãe de Ana, Cláudia Pereira, 23 anos, disse que o incidente com a filha caiu no esquecimento e que o objetivo da ação judicial é acelerar a investigação. “Isso tudo é muito angustiante, ninguém nos fala nada, há dois meses marcaram para fazer uma perícia e até agora nada, está demorando muito isso tudo”, disse à Banda B.

O incidente aconteceu no dia 24 de março, uma tarde de sábado. A família nunca tinha ido ao local e aceitou o convite de um familiar, sócio e membro da Abessfi. “Chegamos e as primas quiseram ir para a piscina. Elas estavam em seis e deixamos todas na piscina menor, para crianças, e fomos no carro descarregar as coisas. Foi tudo muito rápido, nisso uma das meninas saiu gritando dizendo que a Ana tinha se afogado”, descreveu o padrasto da menina, Luiz Felipe Barbosa, 23.

Segundo ele, um homem que estava com o uniforme da associação teria permitido que Ana e as primas – entre 8 e 13 anos – passassem para a piscina funda, onde tinha um tobogã. “Quando cheguei, a Ana estava no chão, jogada, ninguém tentando socorrer a menina, o cara que estava cuidando das piscinas nem estava ali, eu mesmo fui a primeira pessoa que fez os primeiros socorros nela”, relembra.

A menina foi socorrido por uma ambulância do Corpo de Bombeiros e encaminhada ao hospital de helicóptero. A família disse que a Abessfi custeou medicamentos, fraldas e outras necessidades de Ana durante o internamento. “Deram de picado, uma semana deram um valor, depois na outra deram mais. Apenas isso, nunca nos procuraram para dizer nada, uma prima nossa que tratava direto com eles, mas não estavam nem aí. A mãe dela chora todos os dias, e isso tudo por causa de uma bobeira. Queremos que ninguém passe isso, que tenha mais segurança, que tenha mais condições nesse lugar. Que seja contratado um salva-vidas, um segurança, uma equipe de primeiros-socorros. Lá eles trabalham com pessoas e nada disso foi oferecido”, finalizou.

Retorno

A Banda B entrou em contato com a Associação Beneficente dos Servidores do Sistema FIEP (Abessfi) sobre o caso e recebeu a seguinte nota oficial: “Inicialmente, a associação lamenta o ocorrido e esclarece que jamais houve qualquer situação semelhante durante toda a sua existência. Importante destacar que a associação prestou assistência à família, assistindo em tudo que foi solicitado. No local da entrada da piscina há placa informando que crianças somente podem entrar na piscina acompanha de adulto responsável pela mesma. Quaisquer outros questionamentos, nos colocamos à disposição”.

 

Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

Fonte do post: Elizangela Jubansk

Notícias Relacionadas

Comentar: Paraná: Família de criança que se afogou em piscina de associação cobra na Justiça ausência de socorro

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

WhatsApp 596