terça-feira, 27 de julho de 2021

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Paraná: Paciente recebe alta e morre ainda dentro do hospital: “Ele não estava bem”

Paraná: Paciente recebe alta e morre ainda dentro do hospital: “Ele não estava bem”
Crédito da foto Para A família tirou foto de José logo depois que ele recebeu alta. O paciente já estava inconsciente e bastante inchado. (Foto: Arquivo pessoal)
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Uma família de Curitiba procura por respostas sobre a morte de José Correa Ribeiro, de 71 anos, que aconteceu na última sexta-feira (18). Ele estava internado no Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, na região metropolitana, e morreu logo depois de receber alta, segundo denúncia dos familiares.

 A situação teve início no dia 30 de dezembro do ano passado, quando o idoso chegou à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Fazendinha com pedra na vesícula. Devido à gravidade do caso, ele foi transferido para o Angelina Caron, onde passou por uma cirurgia.

“Ele foi para a UTI [Unidade de Terapia Intensiva] e ficou vários dias por lá. As enfermeiras inclusive disseram que ele estava delirando bastante por causa dos medicamentos. Mesmo assim, da UTI ele passou para o quarto”, relatou a sobrinha de José, Ilisângela Ribeiro, em entrevista à imprensa.

Segundo ela, na tarde do dia 18 de janeiro, a família recebeu a notícia de que José podia ir para casa. “A minha mãe ficou o dia inteiro no hospital e viu que ele não estava muito bem. Ela pediu para que eu fosse de carro até lá para levá-los para casa. Quando eu cheguei, o meu tio estava inconsciente, em uma cadeira de rodas, e bastante inchado, não dava para saber se naquele momento ele já estava morto ou não”, completou Ilisângela.

Sem saber direito o que estava acontecendo, ela chegou a pedir ajuda de funcionários da instituição para colocar José no carro. “Até os enfermeiros tentaram, mas não conseguiram, já que o corpo dele estava duro e também por ele ser um pouco mais pesado. Nessa hora, os seguranças viram que tinha alguma coisa errada e falaram para a gente tirar fotos e chamar a assistente social. Ela veio, analisou a situação e avisou que pediria um médico, porque o meu tio tinha que ser internado novamente”.

Ilisângela entrou novamente no hospital com a mãe, procurando por respostas. De acordo com ela, 15 minutos depois, uma médica chegou e comunicou o falecimento do idoso. “Eu fiquei sem entender nada. Eu estava levando o meu tio para casa, ele tinha acabado de receber alta. Como assim ele estava morto? Eles simplesmente informaram que ele tinha cirrose e problemas no coração e que não resistiu”, relatou.

“Ele não estava bem”

A esposa de José, Irotilde Rocha, ficou muito abalada e cobrou explicações dos médicos ainda no hospital. Segundo ela, durante o internamento do marido, um dos principais problemas foi a falta de informações que a equipe médica repassava para a família.

“Depois da cirurgia, o médico nos disse que estava tudo bem e que o José só precisava passar por uma consulta com um cardiologista, que daria ou não alta para ele, dependendo do resultado. Eu fui atrás desse cardiologista e nada, então fui perguntar para as enfermeiras. Elas me avisaram que ele tinha passado por todos os procedimentos e podia ir para casa, inclusive me deram receita com medicamento para dar para ele e tudo”, explicou.

Só de ver o marido, no entanto, ela sabia que ele não estava bem. “Ele mal conseguia engolir um comprimido. Ele não se movimentava, não fazia nada. Eu só pensava ‘como que esse homem vai embora?’. Chegamos até a cogitar pegar uma ambulância para levá-lo, mas antes que pudéssemos fazer alguma coisa, eles confirmaram a morte”, lamentou.

Resposta do hospital

Sobre o caso, a imprensa entrou em contato com a assessoria do hospital, que enviou a seguinte nota:

O Hospital Angelina Caron orienta que, em casos de dúvidas e reclamações sobre pacientes, os familiares entrem em contato com a Ouvidoria do hospital, por meio do telefone (41) 3679-8700.

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Fonte do post: Marina Sequinel e Rafael Torquato

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