Sunday, 27 de September de 2020

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Paraná: “Ter um filho desaparecido é ter a vida suspensa”, diz mãe de menino que sumiu há 27 anos

Paraná: “Ter um filho desaparecido é ter a vida suspensa”, diz mãe de menino que sumiu há 27 anos
Photo Credit To Foto de Guilherme na época do desaparecimento e simulação de como ele estaria hoje. (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
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Vinte e sete anos sem nenhuma resposta. Mais um dia 17 de junho chega sem que Arlete Caramês, 74, possa abraçar o único filho que teve. O pequeno Guilherme Caramês Tiburtius, de apenas oito anos, desapareceu exatamente nesta data, no ano de 1991, quando andava de bicicleta na frente de casa. Na época, a família morava na Rua Ozório Duque Estrada, no Jardim Social, em Curitiba.

 Quase três décadas depois, Arlete não tem nenhuma pista que indique onde o filho está. Não sabe se ele está vivo em algum lugar, agora com 35 anos, ou se foi morto em um crime não desvendado. “A polícia nunca mais me procurou. Eles trabalham com pistas e nós não temos nenhuma… Ter um filho desaparecido é ter uma vida suspensa, você nunca volta ao normal, falta um pedaço”, disse ela em entrevista ao jornalista Antônio Nascimento para o programa Casos de Polícia, da Rádio Banda B – que vai ao ar todos os sábados às 22h no AM 550 ou FM 107,1.

Após o desaparecimento, Arlete precisou continuar como pôde. Foi eleita vereadora em Curitiba e deputada estadual no Paraná, e criou o Movimento Nacional em Defesa da Criança Desaparecida do estado (Cridespar). Perante essa luta, ela não para de pensar em Guilherme nem por um minuto. “Toda manhã eu me lembro dele, peço para que haja uma solução. É difícil não ter noção do que aconteceu. Quem realmente sabe alguma coisa se calou… Eu fiz a minha parte, inclusive com o trabalho de alertar os pais, para que cuidem melhor dos filhos. Sinceramente, não sei mais o que fazer, a não ser alertar, lembrar a todos que o problema existe”, completou.

Guilherme sumiu em uma época em que o tráfico internacional de crianças, principalmente de bebês, aterrorizou os moradores de Curitiba – no fim da década de 80 e início dos anos 90. Os criminosos sequestravam as crianças e as vendiam no exterior, a maioria para Israel.

Mesmo diante de todo esse contexto e da dificuldade com o passar dos anos, Arlete acredita que o caso terá uma solução. “Eu não creio que fizeram algo [um crime] tão perfeito. Eu gostaria de encontrá-lo com vida. Talvez isso seja uma esperança até idiota depois de 27 anos, mas para Deus nada é impossível”.

O que permanece agora no coração da mãe são lembranças boas de Guilherme e a dor da separação. “Ele deixou muitas memórias, era o meu filho único. Eu o tive quando tinha 40 anos, então nem poderia ter outro… Fui feliz enquanto estava com ele. Hoje, 27 anos depois, o problema é meu, o filho é meu, não é da polícia, eles não fazem nada. Eu deixei na mão de Deus”, finalizou.

Qualquer informação sobre casos como o de Guilherme pode ser repassada para o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) por meio do telefone (41) 3224-6822 ou para a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) pelo (41) 3360-1400.

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Post source : Marina Sequinel e Antônio Nascimento e

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