terça-feira, 21 de novembro de 2017

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Pecuarista Alessandro Meneghel é condenado a 38 anos de prisão por morte de policial federal

Pecuarista Alessandro Meneghel é condenado a 38 anos de prisão por morte de policial federal
Crédito da foto Para Julgamento de Alessandro Meneghel – Foto: catve
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O pecuarista Alessandro Meneghel, réu confesso pelo assassinato do policial federal Alexandre Drummond Barbosa, em abril de 2012, foi condenado a sentença de 34 anos e seis meses de pena. Cinco homens e duas mulheres, todos de Curitiba, fizeram parte do júri popular que definiu o destino do ruralista, que teve a prisão domiciliar revogada e a prisão preventiva decretada.

O julgamento começou na manhã de terça-feira no Tribunal do Júri na Capital e foi encerrado somente na madrugada de quinta-feira (23).

Ao longo do primeiro dia de julgamento, oito testemunhas, duas de acusação e seis de defesa, foram ouvidas.

Policial federal Alexandre Drummond Barbosa foi morto por Meneghel – Arquivo

A promotoria apresentou Meneghel como um homem impulsivo e com grande histórico no setor policial. Acusações da ex-esposa e a filha foram resgatadas. Para a acusação Meneghel saiu aquele dia para caçar, buscou armas e até um cão e voltou com a intenção de matar o policial.

A violência do crime foi detalhada: ossos quebrados, muito sangue, muitos disparos. Tudo para convencer os jurados de que o policial foi vítima de um crime cruel.

 

O depoimento de Alessandro Meneghel durou mais de seis horas. Ele foi questionado tanto pela promotoria quanto pela defesa. Ao fim da oitiva, por volta das 18h30, o júri seguiu à fase final com debates.

Às vésperas do julgamento de Meneghel, o advogado de defesa, Claudio Dalledone, tentou adiar mais uma vez a apreciação do inquérito do ruralista. Porém, o juiz Thiago Flôres Carvalho, responsável pela sentença, negou a solicitação do advogado que havia requerido mais tempo para análise de vídeos e provas testemunhais onde tentava provar legítima defesa por parte do réu.

Meneghel deveria ter sido julgado em março do ano passado. No entanto, após discussão entre a defesa e promotores de acusação, Dalledone deixou o tribunal e a sessão foi cancelada. No início deste mês foi anunciada a data do novo julgamento.

Vai recorrer

Ao final do júri,  Dalledone disse que pretende buscar, junto ao Tribunal de Justiça, a anulação do julgamento. No entendimento do advogado houve cerceamento de defesa e ele acredita que tudo será anulado e que o júri terá que ocorrer novamente. Apesar disso ele afirma que a sensação é de dever cumprido.

“Combatemos o bom combate, não nos abatemos e estamos aí para um próximo julgamento”, finalizou.

Entenda o caso

O fazendeiro Alessandro Meneghel foi preso em flagrante na madrugada do dia 14 de abril de 2012 depois de matar a tiros o policial federal Alexandre Drummond Barbosa em frente a uma casa noturna de Cascavel, no oeste do Paraná.

Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público, Meneghel provocou o policial ainda dentro da casa noturna. Logo após ele tomar conhecimento que a vítima era policial, fez uma ameaça.

O fazendeiro deixou a casa noturna e retornou ao local pouco depois. Ainda conforme a denúncia, o fazendeiro atirou contra o policial com uma pistola 9 milímetros, de dentro de um carro. Na sequência, percebendo que não havia conseguido matar, pegou uma espingarda calibre 12 e atirou novamente. Meneghel confessou o crime e  alega que agiu em legítima defesa.

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Fonte do post: Banda B com catve.com

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