terça-feira, 15 de outubro de 2019

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Preso em Curitiba, suspeito quebra silêncio e dá detalhes de como matou Tabata

Preso em Curitiba, suspeito quebra silêncio e dá detalhes de como matou Tabata
Crédito da foto Para Suspeito prestou depoimento em Curitiba, após depredação da delegacia de Umuarama. (Foto: Colaboração)
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O suspeito de matar a pequena Tabata Fabiana Crespilho da Rosa, de seis anos, prestou depoimento na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Curitiba, na tarde de terça-feira (3). Eduardo Leonildo da Silva, 30, está preso desde a última quinta (28), quando apontou para a polícia a cova rasa no meio da mata onde havia enterrado a criança. O crime aconteceu na semana passada em Umuarama, no Noroeste do Paraná.

(Foto: Arquivo pessoal)

Silva foi transferido para Curitiba depois que a população, revoltada com o caso, tentou invadir a delegacia de Umuarama e destruiu 12 veículos, entre viaturas e carros da imprensa. Segundo informações repassadas à  imprensa com exclusividade, no interrogatório de hoje, o suspeito confessou que agiu sozinho e deu detalhes de como matou e enterrou Tabata. Antes, ele alegava que outra pessoa teria praticado o crime.

Em depoimento, o servente de pedreiro declarou que estava bêbado na ocasião e escolheu a vítima na rua por acaso. Em seguida, ele asfixiou a criança dentro do carro. O suspeito ainda admitiu que usou uma pá e uma corda para fazer a cova e amarrar o corpo da menina. Silva disse que se arrepende do que fez, mas que não lembra exatamente o motivo pelo qual cometeu o assassinato.

Ele negou, no entanto, que tenha agredido Tabata ou cometido abuso sexual, como apontam os indícios da Polícia Civil. Essa informação deve ser esclarecida quando saírem os laudos definitivos de confronto de DNA.

Leonildo da Silva está em uma cela separada em uma unidade do sistema prisional em Curitiba desde sexta-feira, onde ficará por questões de segurança. Conhecido como Maníaco do Parque, Eduardo já havia assassinado uma adolescente de 15 anos em Chopinzinho, sudoeste do estado. Ele cumpriu pena de seis anos em regime semiaberto.

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Fonte do post: Marina Sequinel e Flávia Barros

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