Monday, 12 de April de 2021

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Prisão de Richa foi por coação de testemunha e prejuízo não ressarcido a 20 mil alunos

Prisão de Richa foi por coação de testemunha e prejuízo não ressarcido a 20 mil alunos
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O pedido que o Gaeco fez à Justiça para decretação de nova prisão preventiva do ex-governador Beto Richa Beto Richa, o ex-secretário Ezequias Moreira e o empresário  Jorge Atherino foi baseada em dois riscos à investigação: coação de Mauricio Fanini, ex-diretor da Secretaria de Educação  do Paraná, para não falar o que sabe do esquema de desvio de recursos de obras em escolas, além do prejuízo de cerca de R$ 20 milhões ainda não ressarcido aos cofres públicos.

De acordo com o coordenador do Gaeco, Leonir Batisti, pelo menos 20 mil alunos foram prejudicados com as fraudes. “Houve combinação e obstrução da Justiça em diversos encontros, inclusive alguns com o ex-governador, para que Fanini não contasse o que sabia. Foi, inclusive dado dinheiro a ele pelo silêncio. Outra razão para a prisão, acatada pela Justiça, é que não houve o ressarcimento dos cerca de R$ 20 milhões levados no esquema, o que prejudicou cerca de 20 mil alunos, que tiveram prejuízo em ter que se deslocar quilômetros por causa da não execução das reformas e obras em escolas”, afirmou Batisti.

Richa foi preso em casa, no bairro Mossunguê, em Curitiba, na manhã desta terça-feira (19). Ele foi levado para a sede do Gaeco, no bairro Ahú e deve passar por exame de corpo delito no IML. O tucano ficará preso no Complexo Médico penal em Pinhais.Segundo Batisti, os outros dois presos também estão sendo acusados de participação no esquema da chamada Operação Quadro Negro. “Moreira foi preso por por ter participado da arrecadação da propina e Atherino porque teria pago pela compra do silêncio de Fanini. A testemunha também relata encontros com o ex-governador para que não falasse nada entre 2015 e 2017”, completou.

Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nas casas de Richa em Curitiba, Porto Belo (SC) e em Caiobá (PR., além das casas de Atherino e Moreira.

Decisão

Na decisão de 33 páginas em que decretou a terceira prisão de Beto Richa no âmbito da Operação Quadro Negro,  o juiz da 9.ª Vara Criminal de Curitiba, Fernando Bardelli Fischer, se estende em longas considerações jurídicas que contestam fundamentos que o ministro Gilmar Mendes utilizou para conceder habeas e salvo-condutos para o ex-governador e outros réus das operações Integração e Rádio Patrulha.

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Post source : Banda B

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