Saturday, 24 de October de 2020

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Quadrilha que vendia carros roubados na internet é presa no PR; policial passava dados

Quadrilha que vendia carros roubados na internet é presa no PR; policial passava dados
Photo Credit To Banda B
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Quatorze pessoas, entre um policial militar, são alvos de uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da Polícia Civil (PC). Agentes realizam na manhã desta quinta-feira (19) o cumprimento de 14 mandados de prisão preventiva e 16 mandados de busca e apreensão. O grupo é acusado de comprar carros roubados e vendê-los com documentos falsificados. O policial está sendo acusado de acessar dados do Estado e passar informações aos criminosos.

Os mandados de prisão preventiva são dirigidos a oito homens e seis mulheres, dentre os quais sete têm envolvimento com crimes já apurados em inquérito ou ação penal. As buscas (14 em Guarapuava e duas em Londrina) são realizadas em dez residências e seis locais comerciais.

Investigações paralelas em Curitiba e Guarapuava apuraram que a organização criminosa comprava veículos roubados principalmente em Curitiba e Região Metropolitana e ocultava-os em Guarapuava, adulterando os sinais e obtendo documentos falsos de automóveis com as mesmas especificações. Em seguida, os carros eram anunciados em sites de venda na internet.

O coordenador do Gaeco, Leonir Batisti, explicou em detalhes que a organização utilizava diversas pessoas no esquema. “As investigações chegaram a conclusão de que o veículos roubados ficavam com uma organização criminosa, não se sabe se eram encomendados, eram adulterados, tinham documentação de outro veículo regular e vendiam. Eles recebiam o dinheiro em nome de terceiros, por isso, tanta gente envolvida”, disse.

Segundo Batisti, a polícia passou a investigar o caso depois da prisão de um receptador. “Descobrimos com a apreensão de um telefone de uma pessoa que foi presa, apontada como chefe dessa organização. Essas mensagens revelaram as informações. Também, a pessoa que comprava um veículo clonado, roubado e acabava perdendo, tanto o proprietário de um veículo regular sofreram as consequências e procuraram a polícia”, detalhou o coordenador do Gaeco.

Entre os crimes da organização criminosa, estão receptação, adulteração de sinais de veículos, falsificação de documentos e estelionato. Ainda não foram identificados os autores dos roubos, provavelmente encomendados pelos receptadores. Um policial militar que acessava o banco de dados do Estado foi afastado da função por ser suspeito de passar informações aos criminosos. “Nesse caso as evidências estão sendo concluídas e, por isso, ele foi afastado para investigação, em um primeiro momento”, finalizou.

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Post source : Elizangela Jubanski com MPPR

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