Sunday, 18 de April de 2021

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“Quiseram manchar a imagem do Daniel, mas não conseguiram”, diz mãe do jogador

“Quiseram manchar a imagem do Daniel, mas não conseguiram”, diz mãe do jogador
Photo Credit To (Foto: Antônio Nascimento – Banda B)
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mãe do jogador de futebol Daniel Corrêa FreitasEliane Aparecida, afirmou que a defesa da família Brittes fez de tudo para manchar a imagem do seu filho durante o depoimento que ela prestou nesta terça-feira (19). O segundo dia de audiência que deve definir o destino dos sete réus acusados pela morte do rapaz acontece no Fórum de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.

 

Na saída da sala onde foi ouvida pela juíza responsável, Eliane afirmou que foi bombardeada de perguntas pelo advogado Cláudio Dalledone, que representa os Brittes. “Ele tenta manchar a imagem do Daniel, mas não consegue, porque eu conhecia o meu filho desde que ele estava na minha barriga, e não tenho nenhuma informação que seja prejudicial para a reputação dele. Ele era uma pessoa boa, responsável, carinhosa, um amigo fiel e um pai presente”, disse ela em entrevista coletiva, relembrando a filha que o jogador deixou, uma menina de dois anos de idade.

Entre as perguntas sobre o comportamento do jovem anterior ao crime, Dalledone questionou Eliane sobre dois acidentes de carro em que ele se envolveu, um deles com a suposta presença de bebida alcoólica no veículo.

“Ele quis saber se eu tinha conhecimento sobre esse caso e eu disse que sim, que Daniel passou por um lugar em um momento de chuva forte, apagou e acabou batendo a BMW. Houve perda total no automóvel, mas o seguro pagou e está tudo certo, dá para comprovar pela conta dele”, afirmou ela, negando a informação sobre o uso de álcool pelo filho. “O Cláudio também me perguntou sobre um acidente em que ele atropelou um cachorro na estrada, eu confirmei que tinha acontecido, mas não entendi a pergunta, qual a relação disso com o crime?”, questionou.

Cara a cara com os acusados

Essa foi a primeira vez que a mãe de Daniel ficou cara a cara com os réus. Eliane contou que a juíza perguntou se ela se importava com a presença dos acusados na sala e ela respondeu que estava indiferente.

“Na hora eu encarei os assassinos cruéis, que não são nada para mim. Eu fiz questão de olhar no rosto de cada um, para ver o que leva uma pessoa a torturar e matar outra. Eu tenho certeza que Deus vai me dar paz para enfrentar tudo isso e que o meu filho está no céu, ao lado dele, olhando por mim. E eu permaneci forte, consegui ficar sem chorar e respondi tudo”, falou, bastante emocionada.

Perguntas sobre o crime

Eliane relatou que Dalledone também perguntou como ela ficou sabendo do que aconteceu com Daniel. “Eu falei que o Edison [um dos acusados] me ligou, isso está registrado no meu celular, me oferecendo ajuda, dizendo que estava muito triste porque o Daniel era muito querido. Eu disse ainda que, se não fosse a tal da foto [do jogador com Cristiana Brittes], a polícia talvez demoraria mais ou não descobriria o que aconteceu com o meu filho. Porque, a princípio, eu achei que ele tinha sido assaltado”, acrescentou.

Questionada por repórteres se a imagem não poderia ter sido um dos motivos do crime, ela respondeu que não, porque acredita que Edison só soube da foto depois que o assassinato veio à tona. “Ele viu depois que saiu nas redes sociais, alguém soltou na internet e só então ele ficou sabendo. Por isso o Edison se entregou, ele armou todo um esquema para encobertar o caso, mas não deu certo. Eles calaram o meu filho, mas eu falei por ele”, finalizou.

Denunciados

Sete pessoas foram denunciadas pelo assassinato de Daniel, que aconteceu na Colônia Mergulhão, em São José dos Pinhais, no fim de outubro do ano passado. São elas: Edison Luiz Brittes Júnior, Cristiana Rodrigues Brittes, Allana Emilly Brittes, Eduardo Henrique Ribeiro da Silva, Ygor King, David Willian Vollero Silva e Evellyn Brisola Perusso. Dos réus, apenas Evellyn responde ao processo em liberdade.

A previsão é de que a audiência, que teve início na segunda-feira (18), termine nesta quarta (20).

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Post source : Marina Sequinel e Antônio Nascimento

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