sábado, 7 de dezembro de 2019

Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90

Tecnologia que permitiu resolução do Caso Rachel está em 18 estados e já apontou mais de 900 coincidências

Tecnologia que permitiu resolução do Caso Rachel está em 18 estados e já apontou mais de 900 coincidências
Crédito da foto Para Reprodução EBC
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

Siga nossa página: https://www.facebook.com/portaltanacidade/

A tecnologia teve papel fundamental na resolução do Caso Rachel Genofre, um dos crimes mais emblemáticos do Paraná e que aguardava há onze anos por uma resposta. Foi graças à confrontação de DNA dos vestígios encontrados na Rodoferroviária de Curitiba, com o Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG), que Carlos Eduardo dos Santos foi identificado pelo crime. O BNPG foi criado em 2013 e, até maio de 2019, já havia registrado 926 coincidências, seja a de vestígios com locais de crime, seja a de vestígios com suspeitos.

De acordo com a perita federal e coordenadora do BNPG, Aline Minervino, a ideia do banco é a de compartilhar perfis genéticos, para que os estados e a Polícia Federal possam resolver crimes. “O banco permite fazer esse confronto de forma nacional. Rotineiramente, os laboratórios mandam perfis para a gente e fazemos o confronto entre os vestígios de diferentes estados. Foi a partir daí que esse suspeito foi identificado pelo crime em Curitiba”, esclarece.

Atualmente, o BNPG conta com a colaboração de 18 bancos de estados, o do Distrito Federal e o da Polícia Federal (PF). Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, a ideia é estender para todos os estados até o fim de 2020. Atualmente são 30 mil perfis de condenados cadastrados, um número quase quatro vezes maior que em janeiro deste ano.

Perfil genético

À Banda B, a perita federal explicou que o perfil genético tem como objetivo a individualização de pessoas. “O perfil genético é uma região do DNA que não codifica informações de pessoas. Ele não mostra, por exemplo, a cor dos olhos, estaturas ou pré-disposição a alguma doença. Quando a gente fala que o perfil bateu com o individuo, é que em todas as regiões que a gente analisou, tem a compatibilidade. Nesse caso, todos foram compatíveis”, disse.

Na análise para obtenção do perfil genético, são avaliadas de 20 a 24 regiões do DNA, a depender do kit científico. No caso de Rachel, a compatibilidade com o material encontrado na mala aconteceu nas 24.

Importância da perícia

Na entrevista, Minervino ainda reforçou a importância de uma perícia bem realizada. “O trabalho começa com a conscientização da população de que o local de crime precisa ser isolado. Sem uma perícia bem feita, várias das provas objetivas podem ser comprometidas. As forças de segurança têm trabalhado para isolar e a população precisa respeitar. Nesse caso [Rachel Genofre], o trabalho pericial foi muito bem processado e, por isso, a gente tem resultado. É um trabalho de dedicação da equipe e um trabalho em conjunto que a população só ganha”, concluiu.

Ampliação

Após a resolução do Caso Rachel, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) informou ter investido um total de R$ 9 milhões para a aquisição de kits de coletas de amostras biológicas, reagentes, picotadores semiautomáticos e analisadores genéticos.

O material foi distribuído aos estados para a realização de um mutirão de coleta de DNA de presos, como parte das metas de cadastro do perfil genético de cerca de 65 mil condenados que o ministério pretende alcançar até o fim de 2018.

Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

Fonte do post: Felipe Ribeiro

Notícias Relacionadas

Comentar: Tecnologia que permitiu resolução do Caso Rachel está em 18 estados e já apontou mais de 900 coincidências

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

WhatsApp 596