domingo, 12 de julho de 2020

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Em Curitiba, mais de 30 mil participam do primeiro protesto nacional contra Temer

Em Curitiba, mais de 30 mil participam do primeiro protesto nacional contra Temer
Crédito da foto Para Mariana Franco Ramos/Grupo Folha
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Integrantes de movimentos sindicais, sociais e estudantis realizaram na sexta-feira (11) a primeira manifestação de caráter nacional contra o governo do presidente interino Michel Temer (PMDB-SP), segundo o jornal O Estado de São Paulo as manifestações ocorreram em pelo menos 24 estados e no Distrito Federal. Na capital paranaense, a concentração começou por volta das 14h, na Praça Santos Andrade, no centro, onde foi montado um palco, para discursos e intervenções artísticas. Segundo balanço da Central Única dos Trabalhadores (CUT) no Paraná, 30 mil pessoas participaram das atividades. A Polícia Militar (PM), contudo, estimou o público em 1 mil. Até a noite desta sexta-feira (10), a corporação não havia registrado nenhum incidente. A previsão era de que os manifestantes só saíssem do local perto das 22h. Confira o vídeo publicado pela Folha de Londrina:

“A receptividade tem sido excelente. Estão todos entendendo que o golpe atinge em cheio a classe trabalhadora. A Fiep (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que fez a campanha do pato, agora quer cobrar a fatura, acabando com a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)”, afirmou a presidente da CUT-PR, Regina Cruz. De acordo com ela, dez unidades do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) ficaram fechadas ontem no Estado, além de 30 agências bancárias de Curitiba, que abriram uma hora mais tarde, às 11h. As ações em Londrina neste sábado (11), a partir das 10h, no Calçadão.

Houve também mobilizações na sede da Petrobras, que fica na rua Comendador Araújo, e na Caixa Econômica Federal, na Praça Carlos Gomes. Já nas escolas da rede estadual, a APP-Sindicato, que representa os professores, promoveu debates com estudantes e comunidade sobre “a situação do ensino público”. Mais cedo, às 6h30, cerca de 100 membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) e de funcionários da Petrobras fecharam uma via marginal à rodovia BR-476, impedindo o acesso dos funcionários à Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, na região metropolitana de Curitiba. Parte deles se deslocou no período da tarde até a Santos Andrade, com o objetivo de engrossar a mobilização.

Os sindicalistas teceram críticas à proposta de reforma da Previdência e à extinção dos Ministérios do Desenvolvimento Social (MDS) e das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos. Regina Cruz contou que a ideia é preparar as entidades para a realização de uma greve geral, ainda sem data definida. O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) no Estado, Crisando Figueiredo, disse que a notícia de cortes no programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, é a que mais preocupa. Na avaliação de Rodolfo Costa dos Reis, membro da União da Juventude Socialista (UJS), além de “denunciar o golpe”, a realização dos protestos ajuda a conscientizar a população. “Há uma cultura de que política, futebol e religião não se discute. Mas acredito que se discute sim. Precisamos ocupar esses espaços”, opinou.

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Fonte do post: Mariana Franco Ramos/Grupo Folha

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