terça-feira, 11 de Maio de 2021

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PMDB do Paraná decide rumo do partido em março

PMDB do Paraná decide rumo do partido em março
Crédito da foto Para Nereu Moura: PMDB tende a ir para a oposição (foto: Valquir Aureliano)
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Depois de assumir o comando do PMDB do Paraná, no final do ano passado, o grupo do senador Roberto Requião quer agora levar o partido de vez para a oposição ao governo Beto Richa. Para isso, a direção estadual da sigla prepara uma convenção para março, onde pretende colocar em votação a manutenção do apoio da legenda ao governo, ou o rompimento definitivo da sigla com a administração Richa. O objetivo é isolar os deputados estaduais que mantêm fidelidade ao governador na Assembleia Legislativa, e preparar o caminho para que a legenda assuma um discurso oposicionista nas eleições municipais de 2016, e na disputa estadual de 2018.

O PMDB paranaense está dividido entre a ala requianista e o grupo do ex-governador Orlando Pessuti – nomeado por Richa para uma cargo de diretor do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) – que inclui o líder do governo na Assembleia, deputado Luiz Cláudio Romanelli. Dois oito parlamentares peemedebistas no Legislativo, cinco votam com o governo: além de Romanelli, Artagão Júnior, Alexandre Curi, Jonas Guimarães e Ademir Bier. Outros três fazem oposição ao Executivo: o líder da bancada peemedebista, Nereu Moura; Maurício Requião Filho, filho do senador; e Anibelli Neto.

No último dia 28, a Executiva Estadual do PMDB aprovou resolução que prevê que qualquer coligação nas eleições municipais deste ano precisa ser aprovada pela direção da sigla – comandada por Requião – mesmo que o partido tenha a “cabeça de chapa” – ou seja, tenha o candidato a prefeito. A determinação foi mais uma passo na estratégia do grupo requianista para isolar os aliados do governo, em especial os deputados estaduais. Com a medida, os parlamentares perdem o controle sobre as alianças que serão formadas para as disputas nos municípios de suas bases eleitorais, tendo que passar pelo crivo da cúpula da sigla. Além disso, muitos diretórios comandados por aliados do governo estariam sendo ameaçados de dissolução.

No ano passado, a direção estadual peemedebista já havia tentado proibir filiados a ocuparem cargos no governo, excluindo Romanelli da Executiva. O parlamentar conseguiu reverter a decisão na Justiça. Mas apesar de afirmar pretender permanecer no PMDB, o líder governista admitiu que estaria negociando com outros partidos, como o PSB.

Há duas semanas, Requião recebeu o vice-presidente da República, Michel Temer, e prometeu que o PMDB do Paraná apoiará sua reeleição para a presidência nacional do partido, na convenção de março. Com isso, garantiu também que Temer e a cúpula nacional da sigla se manterá neutra na briga entre seu grupo e a ala governista.

Popularidade

O líder do PMDB na Assembleia aposta que se for a voto, a aliança com Beto Richa será rompida, já que após os episódios motivados pelo ajuste fiscal, no ano passado, que culminaram no confronto entre policiais e servidores grevistas, no Centro Cívico, em 29 de abril, com mais de 200 feridos, a popularidade do governador caiu e com isso, ganhou força na legenda a percepção de que é preciso um discurso de oposição para voltar a ter competividade eleitoral. “O PMDB só vai sobreviver se opondo a esse governo”, avalia Moura. Já o grupo governista diz que é cedo para qualquer mudança de postura, já que ainda falta muito tempo para as eleições de 2018 e o cenário é de instabilidade.

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Fonte do post: Ivan Santos

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