segunda-feira, 22 de julho de 2019

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Cambaraense consegue atravessar o Canal da Mancha

Cambaraense consegue atravessar o Canal da Mancha
Crédito da foto Para Com informações da Revista Santa Radical
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A semana é histórica para o esporte do Brasil. Depois de 20 anos um grupo de brasileiros conseguiu atravessar o Canal da Mancha. Entre eles está o cambaraense Carlos Trautwein Bergamaschi, que reside em Joinville – Santa Catarina desde 1990 e representa a Atribrusque.

O feito é enorme. Poucos atletas têm a oportunidade de fazer o desafio, a Associação Inglesa, Channel Swimming Association, exige o currículo de cada desafiante e seleciona apenas os melhores gabaritados para a prova. Mas isto é só o começo. Estima-se que apenas 15% daqueles que começam a prova conseguem concluí-la. A última vez que brasileiros terminaram o desafio havia sido em 1997.

O Canal da Mancha separa a Grã-Bretanha da França. Seu ponto mais estreito tem 34 quilômetros e parte de Dover, na Inglaterra, para Cap Gris Nez, no Norte da França. O canal faz parte do Oceano Atlântico, um local muito instável, com ventos fortes.

Bergamaschi concluiu a prova revezando com seus companheiros de Curitiba. “Esta Travessia é desafiadora porque você nunca sabe o que vai acontecer no trajeto com relação a ventos, correntes, água fria, águas vivas e etc. A sua preparação tem que ser muito dura, mesmo sendo revezamento. Lá você pode fazer o percurso em 7 horas, como pode fazer em 30 horas. Pode nadar 34 quilômetros, como pode nadar 65 km. A climatização também é bem difícil”, explicou Bergamaschi à revista Santa Radical.

A Travessia do Canal da Mancha é tão complicada que nem sequer a data dela pode ser precisada, como elucida o atleta. “Quando fazemos a inscrição e é marcado uma data, temos sete dias para podermos fazer a Travessia. Aqui o tempo é muito instável, a capitania do Canal não libera para atravessar com ventos acima de 15 quilômetros por hora. Por isso que chamamos de sete dias de janela. Chegamos no sábado, dia 9, a nossa janela abriria no dia 12 e teríamos até dia 19 para fazer. Se o tempo fechasse e não tivesse condições nestes sete dias perderíamos tudo o que investimos”.

E foi nesta agonia que Bergamaschi e seus parceiros ficaram durante a semana. “De domingo (10) até quinta o tempo ficou muito ruim, com ventos e chuvas. O mar estava o demônio, mesmo assim tínhamos que treinar, mesmo neste mar. Fazíamos uma hora de manhã e uma hora à tarde, na faixa de 3 km a 3,3k por período. A água ficava de 16 a 17 graus e fora de 9 a 14 graus. Muito frio. Na quinta (14) à noite ficamos sabendo que os ventos estavam a 15/16 km/h e que a Capitania iria liberar”.

Uma vez que a organização da prova liberou, os brasileiros caíram no mar para iniciar o desafio de maneira oficial, e deu tudo certo. “No dia da Travessia o mar estava muito bom e o tempo com sol, marolas grandes por ser alto-mar e os ventos variavam. A água estava a 16/17 graus e pesada, mas limpa. Não pegamos as correntes temidas, nadamos 40 quilômetros. Foi bom demais”.
O filho da dona Nadyr (86) e de seu Altivo Bergamaschi (89), ambos moradores de Cambará, conversou pela internet com a imprensa e falou um pouco da conquista. “Não tenho palavras para descrever o que este feito representa para mim e para a nossa equipe”, frisou, “Foi bom demais”, resumiu.

Bergamaschi ganha vida como engenheiro e tem 53 anos. Na sua vida de atleta, é nadador desde a década de 90 e acabou se tornando triatleta há cerca de 3 anos. Em seu currículo, tem diversas vitórias em provas de 3 mil e de 1 mil e 500 metros, além de títulos dos circuitos.

“Dedico esta conquista a todas as pessoas que fazem parte da minha vida, meus amigos, apoiadores e equipe, muito especial aos meus pais Nadyr e Altivo, meu irmão Welington, minha filha Carolina, meu neto Nicolas e meu filho Matheus. Estou muito feliz e realizado”, destacou o campeão. Ele ainda não disse qual será seu novo desafio. “Vou curtir este momento e descansar um pouco”, resumiu.

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Fonte do post: C.Roberto Francisquini/Santa Com informações da Revista Santa RadicalRadical

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