segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

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Cinco anos após restauração, Ponte Pênsil vira ponto turístico

Cinco anos após restauração, Ponte Pênsil vira ponto turístico
Crédito da foto Para Diógenes Gonçalves / Tribuna do Vale
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Pouco mais de cinco anos após sua restauração, a Ponte Pênsil Alves de Lima vive um período de redenção. Construída sobre o rio Paranapanema, na divisa entre Ribeirão Claro e Chavantes – SP, resistiu a momentos delicados quando se tornou alvo de dezenas de ataques de vândalos, para se tornar um dos pontos turísticos mais visitados do Norte Pioneiro. O visual rústico atrai desde fotógrafos amadores em busca da selfie perfeita, até ensaios profissionais.

Basta uma consulta rápida às redes sociais para constatar a popularidade do local entre os turistas e visitantes. Na “batalha” das hashtags, fica atrás do Morro do Gavião e Pedra do Índio, localizados há cerca de 10 e 12 quilômetros do perímetro urbano de Ribeirão Claro, respectivamente. A tendência da internet é confirmada pelo diretor do Departamento de Turismo da prefeitura de Ribeirão Claro, Marcos Rogério Nardo.

A ponte tem um público bem eclético, que inclui casais de namorados, famílias e adolescentes com os amigos. Já na música, as batidas do funk reinam quase absolutas. Mas nem só de fotos vive a ponte. O local reúne muitos banhistas em busca de aplacar o calor nas águas do rio.

Os mais radicais, usam a ponte como trampolim se arriscando na correnteza forte e cheia de redemoinhos.  O local raramente conta com algum tipo de policiamento e não há salva-vidas de prontidão.

Thiago Andrade Melo, 26 anos, é um dos adeptos dos saltos feitos de cima da estrutura de madeira e garante que não há risco na atividade. “Faço isso desde os 14 anos e nunca tive problema, mas tem que ter a manha”, aconselhou. “Se não sair nadando para o lado o rio leva mesmo, [a correnteza] é muito forte”, adverte. Apesar de não ver problemas no passatempo, mantém a atividade longe do conhecimento dos pais. “Claro que minha mãe não sabe, se perguntar eu nego até sob tortura”, brincou.

O casal Ana Flávia Siqueira e Álvaro de Jesus Albuquerque visitam a ponte pelo menos uma vez por mês e recomendam o passeio. “É muito raro um mês em que a gente não vem, mesmo no frio estamos aqui”, afirmou Álvaro. “No frio é até melhor porque tem menos gente”, brinca a namorada. Os dois moram em Ourinhos e já apresentaram o local a dezenas de amigos. “Todo mundo que vem gosta muito, as fotos ficam espetaculares”, justifica ela.

Essa diversidade movimenta o comércio feito por ambulantes, instalados às margens do Rio Paranapanema, tanto no lado paulista, quanto no paranaense. José Atanásio, vende caldo de cana há mais de quatro anos no local e foi testemunha do aumento de interesse pela ponte após sua restauração. “Eu calculo que num dia de sol passe mais de mil pessoas por aqui e no final do ano [esse número] deve dobrar”, disse. “Isso é ótimo para os negócios, a gente gosta muito”, avaliou.

Restauração

A restauração da Ponte Pênsil Alves de Lima foi executada pela empresa Concrejat e patrocinada pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), que produz energia elétrica em usinas hidrelétricas no rio Paranapanema. A obra foi uma contrapartida pela inundação causada pela construção da usina hidrelétrica Ourinhos. O processo de restauração foi iniciado em 1999 e concluído em 2011, mas nunca houve uma reinauguração oficial.

Desde a construção da ponte de concreto, em 2006, a ponte pênsil permaneceu fechada para o trânsito de carros e motos. Tombada pelo patrimônio histórico do Paraná e São Paulo, foi alvo de dezenas de atos de vandalismo. Em 2010, uma sequência de incêndios criminosos a tornaram praticamente intransitável. A obra concluída em 2011 custou cerca de R$ 2 milhões e permitiu o retorno dos pedestres ao local.

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Fonte do post: Diógenes Gonçalves / Tribuna do Vale

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