Tuesday, 26 de January de 2021

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Faltam vagas para estacionar no Norte Pioneiro

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Photo Credit To tanosite
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A mobilidade urbana nas cidades mais populosas do Norte Pioneiro é pauta de discussão constante entre os gestores em razão da necessidade de se elaborar projetos que possam atender à demanda nos municípios. Ainda assim os problemas são muitos, e o reflexo são moradores e comerciantes preocupados com o trânsito a cada dia mais caótico. 
 
Encontrar uma vaga para estacionar em horário comercial nas ruas de Santo Antônio da Platina é algo praticamente impossível. Desde que o Departamento de Planejamento – responsável pelo Trânsito – anunciou o encerramento das atividades do sistema de estacionamento rotativo Zona Azul, em 2013, a situação só se agravou. 
 
Nem mesmo nas ruas paralelas à Marechal Deodoro da Fonseca e Rui Barbosa – que se transformaram em mão única para melhorar o fluxo na área central da cidade – é possível encontrar vagas para estacionar. Com uma frota de 25 mil veículos, o município ainda recebe diariamente dezenas de carros, caminhões e motocicletas de cidades vizinhas, o que dificulta ainda mais a mobilidade. 
 
De acordo com Secretário Municipal de Planejamento, Orlando Pimentel, uma reunião agendada para esta semana deverá apresentar soluções ao problema. “Contratamos uma empresa de Maringá especializada no assunto para desenvolver um plano de mobilidade para o município”, diz. Além de regulamentar os horários para carga e descarga na área central da cidade, o projeto também prevê a municipalização do trânsito. “Tudo será analisado e discutido, e posteriormente passará pelo crivo do Conselho Municipal de Trânsito para ser executado. No entanto, ainda não há data prevista para o início da execução do projeto”, justifica Pimentel. 
 
O presidente da Câmara de Vereadores de Santo Antônio da Platina, Valdir Domingos de Souza (PSDB), reconhece a demora na solução do problema e prometeu empenho do Legislativo por celeridade ao projeto. “O problema se arrasta desde 2013, mas ao que parece caminha para uma solução. Vamos cobrar agilidade ao Executivo para resolver o problema definitivamente o mais rápido possível”, garante o parlamentar. 
 
Além dos problemas com a falta de estacionamento, o desrespeito às sinalizações de trânsito é apontado pelo Corpo de Bombeiros como fator principal às causas de acidentes no município. Do início deste ano até o final da semana passada, o organismo de segurança já havia contabilizado cinco atropelamentos e 22 colisões envolvendo carros e motocicletas em cruzamentos por conta da imprudência dos condutores. 
 
De acordo com a Polícia Militar, as notificações aos responsáveis por infrações de trânsito na cidade estão sendo aplicadas normalmente pelos agentes. 
 
JACAREZINHO
 
Em Jacarezinho, o problema é o mesmo. Não há vagas para estacionar no centro da cidade, e ruas de bairros vizinhos permanecem ocupadas praticamente durante todo o dia pelos veículos por falta de alternativa. 
 
Conforme o diretor municipal de Planejamento, Aparecido Donizete Elero, que também responde pela pasta do Trânsito, o Executivo pretende encaminhar novamente este ano ao Legislativo o projeto rejeitado pelos parlamentares no ano passado pela municipalização do trânsito. “Eles alegaram (os vereadores) que o projeto poderia se transformar em uma ‘fábrica de multas’, por isso o rejeitaram. O desrespeito às leis de trânsito é uma questão cultural, mas os problemas sociais competem aos gestores. Por isso precisamos aplicar medidas que nos levem a solucionar o problema. Esperamos que desta vez o Projeto de Lei seja aprovado pela Câmara de Vereadores para criarmos a Zona Azul. Só assim é possível estabelecer a rotatividade no trânsito, e dessa forma oferece vagas a quem procura”, avaliou o diretor. 
 
Segundo Elero, a criação da Zona Azul nos municípios é uma orientação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) como alternativa à falta de vagas para estacionar. No entanto, a medida só é possível com a municipalização do trânsito. Atualmente, a frota em Jacarezinho fica próxima de 22 mil veículos.
 
Vagas rotativas minimizam dificuldades em Ibaiti
 
Com pouco mais de 14 mil veículos, Ibaiti oferece aos usuários o serviço de estacionamento rotativo, a Zona Azul. Apesar de também enfrentar os mesmos problemas de trânsito das demais cidades da região em razão ao grande fluxo de veículos, o município minimiza as dificuldades em se encontrar vagas para estacionar com o serviço prestado. 
 
De acordo com o diretor municipal de Trânsito, Paulo de Aguiar, a Zona Azul funciona desde 2013 e permite ao motorista tempo máximo de duas horas pelo espaço. “Com a municipalização do trânsito, foi possível criar a Zona Azul conforme os próprios moradores e comerciantes cobravam o Executivo. O usuário adquire o cartão com os agentes ou em pontos específicos no próprio comércio, que lhe permite duas horas de estacionamento. Ao vencer o tempo limite, o motorista precisa buscar uma nova vaga e fixar nova credencial. Desta forma é possível manter a rotatividade”, explica Aguiar. 
 
Conforme o diretor, a fiscalização e autuação dos infratores são feitas pela Polícia Militar durante o patrulhamento diário ou por solicitação dos agentes da Zona Azul. “Quem desrespeita as sinalizações é multado e, dependendo da situação, o veículo é guinchado ao pátio da Polícia Militar”, conclui. 
 

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Post source : Luiz Guilherme Bannwart

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