Friday, 25 de September de 2020

Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90

“Impunidade é a principal causa da violência”, diz Pedro Claro

“Impunidade é a principal causa da violência”, diz Pedro Claro
Photo Credit To Prefeito Pedro Claro de Oliveira Neto critica o fato dos adolescentes infratores não ficarem presos (Antônio de Picolli)
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

A violência em Santo Antônio da Platina vem aumentando acentuadamente desde o início deste ano. A população, completamente impotente, está vivendo situações que até pouco tempo atrás só sabia que aconteciam nas grandes cidades. Homicídios, roubos, furtos às residências e até nas ruas em plena luz do dia estão tirando a paz dos moradores e levantando discussões sobre as causas e possíveis soluções. Já se falou em instalações de câmeras de vigilância, na criação da guarda municipal, e até no número de policiais militares disponíveis na cidade.

Para o prefeito Pedro Claro de Oliveira Neto, o motivo principal do aumento da violência é a impunidade. “A polícia faz o seu trabalho, investiga, corre riscos e prende os bandidos, que na grande maioria das vezes, trata-se de adolescentes. O problema é que as autoridades da área soltam esses criminosos, em obediência ao Estatuto da Criança e do Adolescente, que não previu, na época em que foi elaborado, que os adultos usariam os menores de idade para cometer crimes. E no final, todos ficam livres”, comentou.

Para o político, a super proteção que o Estatuto oferece aos adolescentes os mantém em uma “redoma de veludo”. “Mesmo quando estão internados no Cense (Centro de Sócioeducação), recebem do bom e do melhor e ainda fazem “bate-grade” com uma série de reivindicações. Depois saem de lá e cometem crime novamente. E assim, quem realmente está vivendo encarcerados somos nós, o povo, os trabalhadores. Os menores infratores são intocáveis”, reclamou.

O prefeito também comentou sobre as iniciativas de instalação de câmeras de vigilância em alguns pontos da cidade. Segundo ele, há um projeto que prevê a instalação desses equipamentos, mas que a cidade enfrenta uma onda de vandalismo que está inviabilizando a concretização do plano. “Não se trata apenas de comprar as câmeras. Elas precisam ser instaladas e as imagens produzidas por elas devem ser monitoradas. O problema é que a prefeitura investe e os vândalos destroem, a exemplo da praça Frei Cristovão, que há poucos dias sofreu grandes danos com ataques de pessoas desocupadas. As câmeras que ficam na região da Igreja Matriz já foram danificadas duas vezes por atos de vandalismo”, disse.

Pedro Claro também falou sobre a criação da Guarda Municipal. Segundo ele, esse era um projeto que tinha em mente quando assumiu a prefeitura há pouco mais de três anos. “Criar e manter uma guarda municipal custa caro, mas não seria problema, se a Câmara Municipal de Vereadores tivesse aprovado o projeto do executivo de reajuste do valor venal dos imóveis da cidade. Os valores deles não são corrigidos há 22 anos. Se eu tivesse conseguido a aprovação desse projeto, a nossa arrecadação seria muito maior. Não ficaríamos atrelados aos cerca de R$ 4 milhões anuais relativos ao Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU). Se o valor venal dos imóveis tivesse sido atualizado, hoje nossa arrecadação chegaria por volta dos R$ 30 milhões”, disse,

De acordo com os cálculos do prefeito, além das despesas da criação da Guarda, a sua manutenção custaria aos cofres públicos cerca de R$ 400 mil mensais. “Com quase 50 mil habitantes, Santo Antônio precisaria de uma Guarda Municipal composta por 50 pessoas. Teríamos que nos responsabilizar pelo salário deles, que não poderia ser menos que R$ 2 mil, uniformes, veículos, combustíveis, armas, munição, etc. Não podemos assumir mais essa despesa porque não temos um aumento na arrecadação e nossa folha de pagamento está no limite permito por lei. Também por esse motivo, não podemos sequer contratar vigias noturnos para cuidar do patrimônio público municipal”, explicou salientando que nesse momento, somente um aumento de receita resolveria esses problemas.

Pedro Claro ressaltou ainda que já esteve reunido com o secretário de Estado da Segurança Pública solicitando um aumento do efetivo da Polícia Militar. “Teremos um reforço de policiais, mas eles estão terminando um curso no 2º Batalhão da Polícia Militar de Jacarezinho. Acredito que em agosto eles estarão liberados para começar a atuar aqui”, disse.

Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

Post source : Gladys Santoro Tribuna do Vale

Related posts

Comentar: “Impunidade é a principal causa da violência”, diz Pedro Claro

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

WhatsApp 596