quinta-feira, 9 de Abril de 2020

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Investigadora que atirou em copeira avalia caso como “acidente” e pede perdão à família

Investigadora que atirou em copeira avalia caso como “acidente” e pede perdão à família
Crédito da foto Para Investigadora não quis mostrar o rosto. (Foto: Reprodução/RPC TV)
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A policial civil Kátia G B, suspeita de atirar contra a copeira Rosária Miranda da Silva, avaliou o caso como “um acidente, uma fatalidade” e pediu perdão à família da vítima. As declarações foram feitas em entrevista à RPC TV na tarde de segunda-feira (9).

Rosária foi baleada no dia 23 de dezembro durante uma confraternização. (Foto: Reprodução)

“O disparo foi dado no sentido do chão, na intenção única e exclusiva de cessar o barulho e a baderna. Eu não acredito que o tiro que a matou tenha saído da minha arma. Eu sei que teria risco, mas foi um ímpeto, um momento, um minuto de bobeira”, afirmou.

A investigadora declarou, ainda, que está em uma situação “constrangedora”. Questionada sobre como ela se sentiria se estivesse em uma festa e alguém atirasse apenas para acabar com o barulho, ela respondeu que ficaria assustada. “Em um segundo momento eu sairia do local. Eu não assumi o risco, não acreditei de forma alguma que isso aconteceria. Só o tempo vai dizer como vou ficar depois de tudo isso, mas não me considero digna de servir e proteger [lema da Polícia]”.

Por fim, Kátia ainda deixou uma mensagem para os familiares de Rosária. “Eu gostaria de dizer, mais para a frente… Gostaria de poder ter o perdão dessas pessoas, sei que é pedir demais. Se eu pudesse voltar trás, isso jamais teria ocorrido. Eu coloquei em risco a vida de uma pessoa”, finalizou.

Durante a reportagem, após ouvir o depoimento da policial, a família da copeira respondeu o pedido. “Não tem o que conforte o nosso coração, a Rosária não vai voltar mais. O que ela [Kátia] fez não tem perdão”, disse a irmã.

O delegado responsável pelo caso, Fábio Amaro, pediu o indiciamento da investigadora por homicídio doloso, quando se assume o risco de matar. Após prestar depoimento, ela saiu da delegacia escondida dentro do porta-malas de um Ônix prata.

O caso

Rosária participava de uma confraternização no último dia 23 de dezembro no Centro Cívico, em Curitiba, quando foi baleada na cabeça. Ela chegou a ser socorrido e ficou internada no hospital, mas não resistiu e morreu no dia 1º de janeiro. Na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a suspeita disse que se irritou com o barulho da festa, que ocorria ao lado de casa. O disparo teria sido feito da janela do apartamento dela.

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