domingo, 10 de dezembro de 2017

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Jacarezinho: Médico acusa Santa Casa de Jacarezinho de omissão de socorro

Jacarezinho: Médico acusa Santa Casa de Jacarezinho de omissão de socorro
Crédito da foto Para Imagem Ilustrativa google imagens
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Plantonista não se conformou com a liberação de paciente em estado grave e registrou ocorrência na polícia.
O médico Alceu Bernardo Coqueiro de Oliveira Junior registrou um boletim de ocorrência no dia 3 porque a Santa Casa de Misericórdia de Jacarezinho (Norte Pioneiro) liberou a paciente Olga Sanchez da Silva, 68, que foi encaminhada por ambulância da cidade de Figueira (Norte Pioneiro), pelo sistema Vaga Zero para receber um antibiótico chamado Imipenem, indicado para o tratamento de infecções mistas.
Silva foi liberada pela direção do hospital contra a vontade do médico. “Entrei em contato com o plantão da clínica médica, que informou que teria que entrar em contato com o diretor clínico do hospital, pois o medicamento é muito caro (custa em torno de R$ 800). Ao informar o caso a esse diretor recebi um não como resposta. Eu disse que chamaria a polícia, pois não poderia me responsabilizar por mandar a paciente embora”, declarou Oliveira Junior. Neste momento, o médico diz ter sido dispensado pelo diretor.

Oliveira Junior acrescentou que não poderia liberar uma paciente acamada, sequelada de AVC (acidente vascular cerebral), com infecção de urina de repetição e com quadro de internação. “O fato da paciente ser acamada aumentaria ainda mais o risco da saúde dela”, afirmou.

“Nunca vivi um absurdo tão grande. O hospital satélite é de referência. O município de Jacarezinho tem obrigação para a região. E quando o paciente é encaminhado pelo sistema Vaga Zero, o hospital é obrigado a aceitar o paciente. Vem verba do governo estadual para isso”, acrescentou.

O Vaga Zero foi criado pela resolução 2110/2014 do Conselho Federal de Medicina e é um recurso essencial para garantir acesso imediato aos pacientes com risco de morte ou sofrimento intenso, devendo ser considerada como situação de exceção e não uma prática cotidiana na atenção às urgências. Por exigência legal, os hospitais de referência são obrigados a manter dois leitos para receber pacientes do sistema Vaga Zero.

A Secretaria de Estado da Saúde informa por meio de nota que todos os hospitais, sejam eles públicos ou filantrópicos, são submetidos à mesma legislação do SUS (Sistema Único de Saúde), que determina que não pode haver negativa de atendimento desde que o caso esteja dentro do perfil assistencial da instituição. “Quando regulado pelo complexo regulador da localidade, o hospital deve sim acolher a demanda e realizar a assistência necessária. Em alguns casos, o não atendimento pode configurar infração e resultar em processo administrativo pelo risco de prejuízo ao paciente”, diz a nota.

Após a recusa de atendimento na Santa Casa, a paciente Olga Sanchez da Silva retornou de ambulância a Figueira. Entretanto, seu quadro de saúde se agravou e ela teve de retornar a Jacarezinho e ser internada na UTI (unidade de terapia intensiva).

Consultado pela reportagem, o desembargador Miguel Kfouri Neto, autor dos livros “Responsabilidade Civil do Médico” e “Responsabilidade Civil dos Hospitais”, disse que o administrador do hospital pode ser processado, já que houve piora do quadro de saúde da paciente. “Isso caracteriza, em tese, omissão de socorro e o hospital pode ser responsabilizado”, apontou.

Segundo a secretária de Saúde de Figueira, Salete Westley de Paula, a paciente já está fora de perigo. “Ela ficou uma porção de dias por lá e já retornou ao município”, destacou.

A delegada 12ª SDP (Subdivisão Policial) de Jacarezinho, Caroline dos Santos Fernandes, não quis se pronunciar sobre o caso.
Vítor Ogawa

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Fonte do post: Folha de Londrina - Vítor Ogawa Reportagem Local

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