sexta-feira, 29 de Maio de 2020

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Organizadores do Food Truck se reúnem com prefeito quarta-feira, 8

Organizadores do Food Truck se reúnem com prefeito quarta-feira, 8
Crédito da foto Para Foto: (VINICIUS CORSINI)
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A organizadora da Tarde Gastronômica, Tatiane Tieppo que promove o Festival de Food Truck em várias regiões do país, se reúne com o prefeito de Santo Antônio da Platina José da Silva Coelho Neto, o Zezão, na quarta-feira, 8. A 2ª edição do evento que seria realizado entre os dias 17 e 19 foi suspensa na semana passada pelo prefeito em reunião com os comerciantes locais. A suspensão do festival gerou muita repercussão nas redes sociais. Comerciantes pressionaram o executivo justificando que na primeira edição do evento os estabelecimentos comerciais tiveram prejuízos nas vendas e que não deveria ser realizado em finais de semana.

Tatiane conta que decidiram voltar à cidade porque receberam muitos pedidos da população, inclusive de comerciantes locais (hotéis, comércio e supermercados). Ela detalha que trouxeram para o evento de 2016 mais de 10 mil pessoas, ou seja, 25% da população da cidade. E menciona que em Ponta Grossa e Umuarama reuniram cerca de 40 mil pessoas em cada festival, recendo inclusive a cobertura de emissoras de TV.

A empresária desaprova a medida adotada pelo executivo, pois, para ela, foi apenas um comerciante que encabeçou a reunião para suspender o festival e que não é do ramo de hamburgueria. “Foi suspenso um evento tão requisitado e bem visto pela população por causa de uma pessoa que acabou convencendo outros comerciantes. Não acho uma atitude favorável, porque o prefeito acatou de certa forma uma decisão individual. Nem nos maiores eventos organizados conseguimos faturar R$ 1 milhão como foi comentado na reunião com os comerciantes”, discordou.

Assim como em Santo Antônio da Platina, o festival aconteceu em Jaguariaíva e reuniu em agosto cerca de 10 mil pessoas na praça. O prefeito da cidade até já solicitou uma nova realização do evento no Dia do Trabalhador. “Somos muito bem recebidos onde passamos, estamos há mais de dois anos com os festivais e nunca aconteceu de uma prefeitura suspender nosso evento por intervenção dos comerciantes”, disse.

A equipe da organização publicou uma nota de esclarecimento à população explicando que formam um grupo de aproximadamente 20 empresas, que estiveram em Santo Antônio da Platina na primeira edição em outubro com aproximadamente 60 pessoas. “Nos hospedamos em três hotéis, nos alimentamos em diversos restaurantes, abastecemos mais de mil litros de combustível, gastamos com supermercados e panificadoras mais de R$ 15 mil, pois, sempre compramos os produtos que não são perecíveis para venda nos festivais nas próprias cidades, justamente para fomentar o mercado local. Materiais elétricos, hidráulicos, equipamentos diversos, bandas locais, brinquedos, e entre outros. Ao todo beneficiamos mais de 100 famílias da cidade com a realização do evento”.

Na nota, a organização acredita que houve uma falta de comunicação, pois, o espaço está aberto para a participação dos comerciantes locais (não só ambulantes mas também com comércio em geral, roupas, acessórios, artesanatos e afins). “O evento é realizado em terreno particular e não público, paga alvará dentro da lei, tem um custo altíssimo e mesmo assim emprega mais de 50 pessoas da cidade em serviços como segurança, limpeza, caixa, entrega de comidas e entre outros”.

Em outro trecho da publicação a organização detalha que o grupo visa levar às cidades o que existe de melhor da gastronomia mundial, para mostrar ideias que funcionam, que trazem evolução, modernização e qualidade nos produtos oferecidos. “Possuímos todos os alvarás e licenças sanitárias, cursos de boas práticas na manipulação de alimentos, treinamentos e cuidados especiais para levar aos consumidores uma verdadeira experiência gastronômica, sem contar com as atrações musicais, infantis, promocionais que fomentam o mercado local também”.

Tatiane e a organização acreditam que em reunião com a prefeitura será possível um acordo, assim como entender o real motivo da proibição em realizar um evento, que é realizado em local particular, que recolhe imposto e traz recursos para a cidade.

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Fonte do post: Dayse Miranda

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