quarta-feira, 21 de agosto de 2019

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Racionamento de água e comida teria motivado rebelião na PEL II

Racionamento de água e comida teria motivado rebelião na PEL II
Crédito da foto Para Viviane Costa/Grupo Folha
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Presos da unidade 2 da Penitenciária Estadual de Londrina (PEL II) iniciaram uma rebelião por volta das 10h30 de terça-feira (6) na unidade localizada zona sul da cidade. A mobilização começou na galeria 21 da unidade penal, quando um agente abria a cela para guardar um preso que recebia atendimento médico.

Cinco presos são feitos reféns. Ainda não há confirmação de identidade, apenas que nenhum deles é agente penitenciário. Os reféns, que seriam presos de facções inimigas, foram amarrados e agredidos pelos rebelados.

 

Dois presos que teriam pulado o muro da PEL II sofreram fratura nas pernas e foram atendidos pelo Siate. Eles teriam relatado que fugiram com medo de morrer.

Viviane Costa/Grupo Folha
Viviane Costa/Grupo Folha - Preso é mantido como refém durante rebelião na PEL II
Preso é mantido como refém durante rebelião na PEL II

Segundo membros do grupo Restaurando Londrina, que atua na implantação da Justiça Restaurativa em unidades prisionais da cidade, os detentos já vinham se queixando de racionamento de água e alimentação. Na última semana, um interno alertou para o risco de rebelião.

“Como trabalhamos para garantir os direitos básicos da comunidade carcerária, recebemos, indiretamente, muitas reclamações dos presos. Ficamos sabendo dos racionamentos e das possíveis consequências. Repassamos estas informações às autoridades [a Vara de Execuções Penais (VEP)]. Diante dessa insatisfação, era previsível uma crise como a que está acontecendo hoje, mas não sabíamos quando iria acontecer”, afirma o professor de Direito João Ricardo Anastásio Silva, docente da Unifil e um dos coordenadores do grupo.

O Comando da Polícia Militar foi deslocado para o local para avaliar a situação e abrir as negociações. O Pelotão de Choque chegou por volta das 12h40. No primeiro contato, os presos pediram água e o restabelecimento da energia, que foi cortada.

Segundo o major José Luiz de Oliveira, comandante do 5º BPM, os ânimos ainda estão exaltados no local.

Com capacidade para 960 presos, a PEL II recebe atualmente 1.250 detentos.

(com informações dos repórteres Viviani Costa, Celso Feilzardo e Auber Silva, do grupo Folha)

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Fonte do post: Bonde

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