terça-feira, 15 de outubro de 2019

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Voluntários realizam campanha para ajudar no tratamento de menino com doença degenerativa

Voluntários realizam campanha para ajudar no tratamento de menino com doença degenerativa
Crédito da foto Para Vanessa Navarro, RPC Londrina
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Há três anos o menino Lucca, de Jacarezinho, no norte do Paraná, luta para sobreviver. Ao completar seis meses de vida, o garoto foi diagnosticado com a doença atrofia muscular espinhal (Ame) tipo 1, uma doença genética degenerativa e que faz com que o paciente deixe de se mover ou mesmo respirar. Um diagnóstico difícil, mas que mesmo assim fez a mãe do Lucca seguir em frente.

“Foi muito devastador para uma mãe e para um pai. Todos os sonhos foram frustrados”, conta emocionada Karina Roberta da Silva.

Lucca depende de aparelhos para respirar e se alimentar. Por causa da traqueostomia, não consegue falar, e também não anda.

Para tentar reverter essa situação, os pais precisam de R$ 3 milhões para comprar um remédio que é produzido nos Estados Unidos.

A Atrofia Muscular Espinhal tem origem genética. É caracterizada por uma deficiência nos neurônios motores, responsáveis pela comunicação entre o cérebro, a coluna e os músculos.

No fim de 2016, os Estados Unidos lançaram o primeiro remédio para combater a Ame, o que acendeu uma esperança para pacientes como o Lucca.

]“As crianças com o mesmo tipo de doença conseguiram andar, passaram a movimentar objetos, não precisam mais do auxílio do respirador. São resultados muito promissores. As crianças conseguiram falar, não precisaram mais usar a traqueostomia e engolir alimentos”, explica o médico Guilherme de Faria.

A droga ainda não chegou ao Brasil. Para ter acesso ao tratamento, é preciso importar um pacote fechado de injeções suficientes para dois anos. O custo é de R$ 3 milhões. Uma cifra que parecia inatingível para a família do Lucca, até ver a solidariedade do povo de Jacarezinho. Um grupo que começou com meia dúzia de voluntários hoje já tem dezenas.

“As ideias foram se unindo, crescendo, o comércio ajudando, doando produtos para podermos rifar. Pessoas da comunidade fazendo eventos, vendendo tapetes, cabeleireiros oferecendo cortes de cabelo e escova, tudo em prol do tratamento. A cidade está bem unida”, diz a voluntária Janaína Araújo.

Aos poucos a mobilização vai crescendo, envolvendo mais gente e cada um inventa uma forma nova de ajudar. Um posto de combustíveis, por exemplo, está doando um centavo de cada litro de combustível que é abastecido para a campanha do Lucca. De bomba em bomba, de centavo em centavo, a esperança vai ficando mais viva.

“Tenho certeza que a campanha vai tocar no coração de qualquer um para ajudar esse menino”, enfatiza o radialista Cristiano Soares.

Um motoclube também aderiu à campanha e, para ajudar a arrecadar o dinheiro necessário, está preparando um grande evento. Dessa forma, os motociclistas querem que o Lucca experimente um pouco da liberdade que eles sentem quando estão sobre duas rodas.

“É um valor alto, temos consciência disso, mas a gente tem bastante fé, esperança que vamos conseguir. Daqui dois anos tenho certeza que faremos uma festa na praça para agradecer as pessoas e dar o primeiro presente a ele, que seja uma moto”, pontua o motociclista Charles Carvalho.

“Se cada pessoa doar um real, acredito que podemos chegar nesse valor, nesses R$ 3 milhões bem rapidinho”, enfatiza a tia do Lucca Kathilene da Silva.

Chegar a esse valor não é impossível para um garoto que já conseguiu algo muito maior: chegou aos três anos de idade, contrariando a expectativa média de vida para casos como o dele que é de apenas dois anos.

“O Lucca tem muita força de vontade, é o meu orgulho e sempre demonstra o melhor”, afirma a mãe do pequeno Lucca.

Sorrindo o menino conquistou o médico, e o fez abraçar a causa que muitos recusaram. “É uma criança amável e cheia de alegria. Mesmo com tantas dificuldades, é uma criança muito feliz”, pontua o médico.

“Peço para todas as pessoas que puderem contribuir que depositem qualquer quantidade, qualquer valor, para que eu consiga proporcionar a vida para o meu filho. O Lucca precisa viver”, pede Karina.

As doações para o Lucca podem ser feitas por meio de um site colaborativo ou por depósito em uma conta poupança aberta especialmente para o menino.

Depósitos de qualquer valor devem ser feitos no Banco do Brasil, agência 0100-7 e conta poupança 42.724-1, em nome do Lucca Roberto da Silva.

Para mais informações, basta ligar para os pais do garoto nos telefones (43) 9 9154-8442 ou (43) 9 9132-5699.

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Fonte do post: Vanessa Navarro, RPC Londrina

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