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Home Saúde

Paraná:Governo destina R$ 6 milhões para universidades investirem em medicina com IA e cirurgia

19 de dezembro de 2024
em Saúde
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Foto: UEPG

Foto: UEPG

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Modernizar a infraestrutura acadêmica e implementar tecnologias exponenciais nos cursos de Medicina. Esse é o objetivo de uma chamada pública lançada pelo Governo do Paraná nesta quarta-feira (18) para viabilizar o Programa de Fomento à Inovação na Educação Médica. Com um investimento de R$ 6 milhões, a iniciativa prevê a adoção de tecnologias como inteligência artificial, realidade virtual, cirurgia robótica, simulação realística e telemedicina, nos seis cursos de Medicina da rede de universidades estaduais.

A ação é da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) com recursos do Fundo Paraná de fomento científico e tecnológico. O programa será desenvolvido pelas universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG), do Oeste do Paraná (Unioeste) e do Centro-Oeste (Unicentro) que, juntas, ofertam 302 vagas anuais em cursos de Medicina.

Segundo o edital , será destinado R$ 1 milhão para cada curso, sendo R$ 2 milhões para a Unioeste, que conta com dois cursos de graduação nessa área do conhecimento. O intuito é promover a integração entre ensino, pesquisa e inovação, considerando a formação prática e interativa dos futuros profissionais da área médica.

Nesse cenário de avanço de metodologias de ensino, as tecnologias são importantes para melhorar a precisão diagnóstica, a eficiência de tratamentos e a personalização de cuidados para os pacientes.

A realidade virtual, por exemplo, é utilizada para propor cenários complexos e simulações realísticas que possibilitam um aprendizado prático e interativo no treinamento de habilidades médicas, cirúrgicas e de emergência. Esse tipo de tecnologia proporciona um ambiente seguro para que os estudantes possam praticar e aperfeiçoar as competências sem riscos para pacientes reais. Além disso, facilita a visualização de anatomia e procedimentos médicos, melhorando a compreensão e a retenção de conhecimento.

Para o diretor de Ensino Superior da Seti, Osmar Ambrósio de Souza, as novas metodologias de ensino e o uso de tecnologias avançadas possibilitam uma aprendizagem alinhada às necessidades do mercado de trabalho. “Essas inovações proporcionam uma abordagem de ensino mais personalizada e interativa, que não só amplia o conhecimento dos alunos, mas também os prepara de forma mais eficaz para os desafios profissionais e as exigências do mercado”, afirma o gestor.

A seleção das ações propostas pelas universidades será baseada em diferentes critérios, como a inovação curricular e integração tecnológica; o impacto na qualidade da formação médica e no sistema de saúde; e a interação entre ensino, pesquisa e extensão. Outros fatores estão relacionados à formação de professores em métodos inovadores e articulação de parcerias com instituições de pesquisa científica e tecnológica.

realidade virtual, por exemplo, é utilizada para propor cenários complexos e simulações realísticas que possibilitam um aprendizado prático e interativo no treinamento de habilidades médicas, cirúrgicas e de emergência. Esse tipo de tecnologia proporciona um ambiente seguro para que os estudantes possam praticar e aperfeiçoar as competências sem riscos para pacientes reais. Além disso, facilita a visualização de anatomia e procedimentos médicos, melhorando a compreensão e a retenção de conhecimento.

Para o diretor de Ensino Superior da Seti, Osmar Ambrósio de Souza, as novas metodologias de ensino e o uso de tecnologias avançadas possibilitam uma aprendizagem alinhada às necessidades do mercado de trabalho. “Essas inovações proporcionam uma abordagem de ensino mais personalizada e interativa, que não só amplia o conhecimento dos alunos, mas também os prepara de forma mais eficaz para os desafios profissionais e as exigências do mercado”, afirma o gestor.

A seleção das ações propostas pelas universidades será baseada em diferentes critérios, como a inovação curricular e integração tecnológica; o impacto na qualidade da formação médica e no sistema de saúde; e a interação entre ensino, pesquisa e extensão. Outros fatores estão relacionados à formação de professores em métodos inovadores e articulação de parcerias com instituições de pesquisa científica e tecnológica.

O coordenador do curso de Medicina da UEPG, professor Ricardo Zanetti, destaca a importância dos investimentos na qualificação profissional de futuros médicos. “Hoje em dia é extremamente importante que os alunos sejam treinados a realizar o exercício da medicina interagindo com os dispositivos tecnológicos existentes no mercado, pois esse contato contribui para o desenvolvimento de habilidades de técnicas de cirurgia, radiologia e anatomia, entre outras especialidades médicas”, diz.

O Programa de Fomento à Inovação na Educação Médica também prioriza o fortalecimento das áreas de apoio relacionadas ao ensino da medicina, como a atualização dos projetos pedagógicos dos cursos de graduação e o incentivo à interdisciplinaridade com outras áreas do conhecimento, como engenharia da computação, matemática e robótica.

CURSOS– Desde a primeira turma, em 1974, a rede estadual de ensino superior do Paraná já formou mais de 6 mil médicos. O primeiro curso de Medicina foi o da UEL, em 1967. Em quase seis décadas, a instituição formou 3.954 profissionais. Criado em 1987, o curso da UEM conta com 700 médicos graduados. Neste ano, o curso da UEPG completou 15 anos, somando 350 egressos na área médica.

A Unioeste contabiliza mais de mil médicos formados nos dois cursos ofertados desde os anos de 1996 e 2013, nos câmpus de Cascavel, no Oeste, e Francisco Beltrão, no Sudoeste, respectivamente. O curso de medicina mais recente da rede estadual é da Unicentro, com vagas ofertadas em Guarapuava, no Centro-Sul do Estado. A primeira turma da instituição será concluída neste ano, com a previsão de formar 38 médicos.

Fonte: Secom Paraná
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