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Um crime brutal abalou Santo Antônio da Platina (PR) na noite de 3 de abril. Uma mulher de 54 anos foi morta dentro de sua própria residência em circunstâncias que revelam extrema violência e premeditação. A Polícia Civil confirmou o envolvimento da neta da vítima, de 20 anos, e de um jovem de 18 anos, ambos já confessos.
Dinâmica do crime
Segundo as investigações, o ataque ocorreu por volta das 22h. A vítima foi golpeada com um martelo, estrangulada e esfaqueada. Um menino de 10 anos, também neto, presenciou a cena e tentou defender a avó com uma faca, mas o objeto foi tomado pelo agressor e usado para consumar o homicídio.
Identificação dos suspeitos
Imagens de câmeras de segurança ajudaram a localizar o jovem de 18 anos. A neta, que estava na casa, também foi apontada como participante direta. Ambos confessaram o crime durante interrogatório.
Motivações divergentes
Os depoimentos apresentam versões distintas:
– Jovem de 18 anos: afirmou que o crime foi planejado, incentivado pela neta, e que havia promessa de recompensa em dinheiro e bens. Disse ainda que a vítima se opunha ao relacionamento entre eles.
– Neta de 20 anos: admitiu participação, alegando ter agido por raiva, mas negou qualquer promessa de recompensa. Reforçou que a avó não aceitava o namoro.
Execução e plano
A polícia apurou que:
– O portão da casa foi deixado aberto pela neta para facilitar a entrada do suspeito.
– O plano incluía também matar o companheiro da vítima, que não estava presente.
– Após o crime, cogitaram ocultar o corpo em um veículo, mas desistiram.
– A neta acionou a polícia e orientou o jovem a fugir.
Confissão adicional
Durante o interrogatório, o rapaz declarou ter matado o próprio pai em Curitiba há cerca de cinco anos, permanecendo foragido desde então.
Prisão e enquadramento legal
A Vara Criminal de Santo Antônio da Platina decretou a prisão temporária dos dois. Eles devem responder por homicídio qualificado, com agravantes como promessa de recompensa, motivo fútil, uso de asfixia, emboscada e crime contra ascendente.
O caso segue em investigação e reacende debates sobre violência doméstica, relações familiares conflituosas e a necessidade de políticas públicas voltadas à prevenção de crimes premeditados dentro do núcleo familiar.



















