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JACAREZINHO – Em uma resposta rápida e estratégica à violência urbana, a Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da 12.ª Subdivisão Policial, efetuou na tarde desta terça-feira, 24, a prisão de um jovem de 28 anos. A ação, ocorrida por volta das 16h no bairro Aeroporto, é o desfecho de uma investigação minuciosa sobre um atentado por arma de fogo que chocou a comunidade local no início deste mês.
A Dinâmica do Crime
A investigação teve início na madrugada de 9 de março de 2026. Na ocasião, por volta das 00h10, na Avenida Getúlio Vargas, no Centro, uma discussão banal motivada pelo barulho de uma motocicleta evoluiu para uma tentativa de homicídio.
De acordo com o inquérito, o autor de 28 anos, incomodado com o ruído do veículo, confrontou um jovem de 22 anos e seu acompanhante. Após um disparo de advertência e uma luta corporal em que a vítima tentou se defender, o agressor efetuou novos disparos a curta distância, atingindo o jovem de 22 anos no fêmur e no abdômen. A gravidade dos ferimentos exigiu cirurgia de emergência e nove dias de internação hospitalar para a vítima.
Investigação e Eficiência Policial
O trabalho dos agentes da 12.ª SDP foi fundamental para conectar as peças do caso. Além de identificar o autor, a Polícia Civil realizou diligências que levaram à apreensão do revólver calibre .38 utilizado no crime, que estava oculto na residência de um terceiro. O laudo pericial também confirmou que o próprio autor apresentava um ferimento de raspão na mão, compatível com a briga travada no momento dos disparos.
Diante da gravidade concreta do fato e do risco à ordem pública, o Delegado Tristão Antonio Borborema de Carvalho representou pela prisão preventiva, pedido que foi prontamente deferido pelo Juiz de Garantias da comarca.
Custódia e Justiça
O investigado foi capturado em sua residência, na Rua Edwirgens Nucini, bairro Aeroporto, e encaminhado à Cadeia Pública de Jacarezinho, onde permanecerá à disposição da Justiça. Ele responde por tentativa de homicídio qualificado (motivo fútil).
“A dedicação e o rigor técnico dos nossos agentes na coleta de provas foram cruciais para que o Poder Judiciário compreendesse a periculosidade do agente. A custódia preventiva não é apenas uma resposta ao crime, mas uma medida essencial para garantir a segurança das testemunhas e a tranquilidade da sociedade de Jacarezinho.” — Tristão Antonio Borborema de Carvalho, Delegado de Polícia.



















