“Juntos na luta! #Chega!” Esse é o chamado que ecoa em todo o país neste mês de Agosto Lilás, uma campanha de conscientização contra a violência doméstica que convoca a sociedade a agir com urgência e responsabilidade. Em Santo Antônio da Platina (PR), o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) intensifica as ações de combate à violência de gênero com apoio total da prefeitura municipal.
Um chamado à responsabilidade coletiva
De acordo com José Ricardo de Souza, coordenador do CREAS, o foco da campanha é claro:
“Informar, proteger e convocar a sociedade à responsabilidade coletiva, com especial atenção às mulheres em situação de violência.”
A campanha utiliza uma linguagem acessível e abordagem educativa para orientar a população sobre os direitos das mulheres, canais de denúncia e serviços especializados disponíveis no município e em todo o território nacional.
19 anos da Lei Maria da Penha: Um marco na proteção das mulheres
Nesta quinta-feira (7), a Lei Maria da Penha completa 19 anos. Reconhecida internacionalmente, é uma das legislações mais eficazes no enfrentamento da violência doméstica.
A norma garante medidas protetivas de urgência, estabelece punições aos agressores e assegura atendimento humanizado às vítimas.
“A vida das mulheres depende de ações concretas, políticas públicas sérias e uma comunicação que acolha, oriente e proteja”, ressalta o material divulgado pela Prefeitura, que apoia integralmente a campanha.
Como denunciar e buscar ajuda
Durante o Agosto Lilás, o principal objetivo é divulgar os canais de denúncia e atendimento. Veja como agir em caso de violência:
- Disque 180 – Canal nacional e gratuito de denúncia e orientação;
- CREAS Local – Atendimento especializado e sigiloso para vítimas e familiares;
- Delegacias da Mulher – Atendimento policial com foco na proteção da vítima;
- Serviços de Saúde e Assistência Social – Suporte psicológico, jurídico e social.
Porque Agosto Lilás importa: Entenda o impacto
A campanha não é apenas simbólica, ela salva vidas. Levar informação às comunidades, incentivar a denúncia e romper o ciclo da violência são passos essenciais para a transformação social.
Segundo especialistas, educação sobre direitos, rede de apoio e empatia são os pilares que sustentam um futuro mais justo para mulheres e meninas em todo o Brasil.




















